Cresce o número de interessados em adoção durante a pandemia no DF

Mais processos de inscrição ao amparo foram abertos, totalizando 200 pedidos, superior à média de 110 famílias inscritas em anos anteriores. Para especialista, aumento está diretamente relacionado ao isolamento social da pandemia da covid-19

 (crédito:   Marcelo Ferreira/CB/D.A Press                         )

Os processos de acolhimento de crianças e adolescentes não foram interrompidos pela pandemia. No entanto, segundo levantamento da Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal (VIJ/DF), o número de adoções caiu em 2020 quando comparado a 2019: 65 contra 71. No entanto, foram registrados 200 novos pedidos de abertura dos processos de acolhimento, uma procura maior que a média registrada em anos anteriores, de 110 famílias.

O supervisor da Seção de Colocação em Família Substituta da VIJ-DF (SEFAM/VIJ), Walter Gomes, explica que o aumento dos processos de inscrições está diretamente relacionado ao isolamento social, consequência da pandemia da covid-19. Para ele, o maior tempo de permanência no ambiente doméstico serviu para despertar o interesse em vínculos de filiação. “Os pais, mais conscientes, fizeram uma reciclagem das suas funções paternas-maternas em relação aos filhos. Os que já tinham a semente do vínculo adotivo acabaram refletindo de maneira apurada e amadureceram esse desejo, que se transformou em um projeto”, diz.

Para Walter, a redução de adoções não é atribuída à pandemia, mas sim ao aumento de reintegrações de crianças e adolescentes às famílias de origem. Aproximadamente 170 jovens passaram por esse processo, segundo dados da VIJ/DF. Em 2019, ocorreram 123 reintegrações. Walter ressalta que a adoção é sempre uma medida excepcional. “O juiz só permite o cadastramento quando há total incapacidade do retorno à sua família de origem. Quando a família deixa de ser protetiva”, pontua. Além disso, houve uma queda no número de crianças entregues voluntariamente à adoção.

A alta procura de interessados em adotar fez com que o Sistema de Justiça no Brasil fizesse adaptações para que meninos e meninas do DF pudessem ter seus direitos resguardados. A explicação que Walter dá ao Correio é que, com as atividades suspensas, devido à pandemia, o sistema precisou ser digitalizado. As conversas psicossociais passaram a ser feitas por meio de vídeo chamadas e aplicativos.

“As entrevistas foram conduzidas de forma remota e, claro, sempre com limitações. Por meio dos recursos tecnológicos, realizamos entrevistas online e pedimos aos próprios candidatos que apresentem suas casas. Foi a forma encontrada para cumprir esse protocolo das avaliações dos candidatos”, explica o supervisor de Colocação em Família Substituta da VIJ-DF (Sefam/VIJ). Em abril, cerca de 350 famílias vinculadas ao processo de habilitação para adoção passaram pelo curso preparatório.

Sonho realizado

Foi durante a pandemia que a assistente social Thais Lopes Lino Fonseca, 33 anos, e o consultor comercial Antoniel Fonseca Soares Lopes, 39, decidiram adotar. Eles contam que têm vontade de adotar há muitos anos. “Desde a minha adolescência, eu sempre tive esse desejo pela adoção. Eu tive alguns amigos que eram adotados, então fazia parte da minha convivência. Quando conheci Thaís, ela dizia que tinha esse sonho também. Tudo isso só se fortaleceu quando nos juntamos”, garante Antoniel.

Os dois deram início ao processo de adoção em 2017, na VIJ/DF. De acordo com Thaís, depois de entregarem os documentos, fizeram o curso de capacitação que a justiça exige. No final, foram avaliados, habilitados e inseridos no Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e no cadastro do DF. A jovem conta que o perfil da família foi para um grupo de irmãos. “O período de espera não é fácil, é angustiante pensar que nossos filhos estão em algum contexto de violência”, conta a assistente social.

Foi em maio de 2020 que o casal recebeu a ligação que mudaria suas vidas. Por meio de uma busca ativa do grupo de apoio Aconchego, foram informados sobre quatro irmãos: uma menina de 11 anos e três meninos de 9, 6 e 3 anos. “Não tínhamos dúvida de que aquelas crianças eram os nossos filhos”, diz Thaís. Para o casal, a parte mais difícil foi não ter contato direto com as crianças em razão da pandemia. “Começamos nosso processo de estágio de convivência em plena pandemia. Foi um desafio, pois precisamos tomar muito cuidado com as questões de limpeza no período das visitas ao abrigo”, recorda a assistente social.

Agora, o casal aguarda para finalizar o processo de adoção. “Nosso estágio foi encerrado, mas ainda não finalizamos. Isso é o mais angustiante. Não ter a certidão de nascimento dos nossos filhos, com nosso nome e ainda ter que esperar que a Justiça finalize o processo de destituição do poder familiar”, conta Thaís. “Nossos dias em casa são cheios de alegria, mas também de desafios. Nossos filhos precisavam de amor e cuidado, e nesse um ano em casa temos conseguido dar isso a eles”, afirma.

Surpresa em dobro

O desejo de adotar veio junto com o casamento tardio de Wanda Maciel Marques, 57 anos, e Antônio da Conceição Marques, 54. Pelos riscos de uma gravidez com mais de 40 anos, o casal decidiu entrar com o pedido de adoção logo após o casamento, em 2008. O processo se estendeu por quatro anos e meio e, em 2013, João Felipe chegou para alegrar a família com um ano e um mês de idade. O perfil que o casal pediu era que a criança se parecesse um pouco com os dois fisicamente, tivesse entre 0 e 3 anos e poderia vir com um irmão ou irmã.

A convivência no núcleo familiar foi tão boa que eles decidiram aumentar, e em uma conversa com o filho veio o pedido: “Quero ter uma irmã”. “A gente sempre perguntava para ele sobre essa possibilidade, crescemos com irmãos e queríamos dar essa experiência para ele também. Mas ele não queria um menino, queria uma menina. A certeza veio na justificativa dele, ‘eu vou ser o herói e o cavalheiro dela’. Quando ele me falou isso, não tive dúvidas e iniciei o processo de adoção novamente em 2014”, conta Wanda.

Mas a espera se alongou mais, com seis anos, até ter o pedido concretizado. “Estava perdendo as esperanças. Veio a pandemia e nada. Então abrimos a possibilidade de ser com um irmão”, explica a servidora pública aposentada. “No início deste ano, eu pus um limite. Se não desse certo até o fim do ano, a gente desistiria. Esperamos demais e estamos envelhecendo também, por mais que tenhamos vontade, não teríamos pique para acompanhar”, comenta.

Em 6 de março, a notícia tão esperada. Havia uma menina (4 anos) para adoção que se encaixava no perfil do casal, mas vinha com um irmão (1 ano). Uma surpresa dupla que animou Wanda e António que, mesmo antes de ver as crianças, deram a confirmação, “é nosso”. Foram 12 dias indo de Sobradinho, onde o casal mora, a Taguatinga, para ter contato com os futuros filhos. “Levávamos várias mudas de roupa para trocar na hora que a gente chegava e depois na saída, todos os protocolos necessários para protegê-los contra a covid-19”, relata.

A pandemia também impactou na recepção das duas crianças à nova família. Sem poder ter um chá de boas vindas presencialmente, o casal contou o apoio de amigos e familiares, que mandaram mensagens positivas de forma virtual. “Mandaram roupas, brinquedos, sapatos, fraldas. Fizemos um mural com quase 300 mensagens”, conta Wanda. “E em uma pandemia onde há tantas perdas, ver um movimento de vida faz toda a diferença”, comenta a aposentada. Para ela, todo esse carinho serviu de suporte nos momentos mais difíceis de adaptação.

Nova família, e agora?

https://9da838eee59088fdef6298d77d3e24ce.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html O processo de adaptação não é fácil para os pais, e é menos ainda para o adotado. De acordo com a psicóloga Maria da Penha Oliveira, o processo dos pais é semelhante ao das crianças e adolescentes. Um dos pontos prejudiciais que surgiram com a pandemia da covid-19, segundo a especialista, foi o processo acelerado de apresentação das famílias.

Em alguns aspectos, isso pode ser prejudicial, uma vez que as crianças vêm de outros contextos sociais. “São vocabulários desconhecidos, que a família precisa estar preparada para traduzir. Existe um tempo e isso não pode ser apressado. Eu conheço famílias que fizeram toda a linha de convivência de forma virtual. Eles pensaram, estudaram estratégias para receber o adotado, mas a criança chegou com uma outra bagagem e a família demorou até se adaptar”, diz. “É uma montanha-russa de emoção. Esse pós-parto adotivo exige muito de todas as partes, seja da criança, seja da família”, pontua a psicóloga.

Perfil clássico

Atualmente, são 128 crianças e adolescentes cadastrados para adoção, segundo dados da VIJ/DF e são 526 famílias habilitadas para adoção, sendo que 95% desejam adotar crianças de zero a 2 anos, saudáveis e sem irmãos. De acordo com o supervisor da Seção de Colocação em Família Substituta da VIJ/DF (SEFAM/VIJ), Walter Gomes, há incompatibilidade entre o perfil dos disponibilizados e pretendentes. “Isso é um reflexo de todo país. Em nível nacional, no Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), você vai ter uma estimativa de cerca de 4.800 crianças e adolescentes cadastrados em nível nacional, e a quantidade de pretendentes é cerca de 42 mil famílias em todo o território”, diz.

O perfil clássico — crianças de zero a 2 anos, saudáveis —, é o menor disponibilizado, e isso impacta no tempo de espera. “Quanto menor a pretensão do perfil, maior o tempo de espera. Se você especifica o desejo de adotar, o tempo é abreviado em 90%”. “A diferença no tempo de concretização é impactante. Se você se habilita querendo adotar o perfil clássico, é preciso esperar cinco a seis anos para concretizar o sonho. Se você se habilitar hoje, com o perfil pretendido flexibilizado para adotar dois irmãos entre 8 e 2 anos, por exemplo, na semana que vem já pode iniciar o estágio de convivência”, garante Walter Gomes, supervisor da Seção de Colocação em Família Substituta da VIJ/DF. https://9da838eee59088fdef6298d77d3e24ce.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html

Etapas do processo

1ª fase – habilitação: o candidato dá início ao processo formal de inscrição com vistas à adoção junto à Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal. Participa do curso de preparação psicossocial, passa por entrevistas técnicas, o Ministério Público se manifesta concordando ou não com o pedido de inscrição e o juiz irá proferir, concordando ou não, para a inserção no Cadastro Nacional de Adoção.

2ª fase – a espera: quando o candidato está com o nome no sistema nacional de adoção e aguarda ser chamado para conhecer a criança, de acordo com o perfil estabelecido no cadastro.

3ª fase – estágio de convivência: onde o candidato será apresentado para a criança e iniciará a convivência, por meio de visitas, estreitando o laço afetivo.

4ª fase – construção do vínculo: consolidação dos vínculos, e a equipe técnica vai reportar ao juiz que a adoção atingiu os seus objetivos e a sentença pode ser proferida.

Números

Em 2020, 65 adoções foram feitas, 9% menor que 2019

Em 2020, 200 processos de inscrição ao acolhimento foram abertos, superando a média de 110 famílias inscritas em anos anteriores

Em 2020, 170 jovens passaram pelo processo de reintegração. Em 2019, haviam sido 123 reintegrações

Atualmente, há 128 crianças e adolescentes cadastrados para adoção

Há 526 famílias habilitadas para adoção, sendo que 95% desejam adotar crianças de zero a dois anos

Fonte: VIJ/DF

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/cidades-df/2021/07/4939730-cresce-o-numero-de-interessados-em-adocao-durante-a-pandemia-no-df.html?utm_source=whatsapp&&utm_medium=whatsapp

Covid longa: mais de cinco sintomas é sinal de alerta; veja sequelas mais comuns

Cientistas listam condições observadas em pacientes que sofrem com a persistência de sintomas após a fase aguda da infecção pelo Sars-CoV-2. Estudo inclui dados médicos de 3.762 pessoas de 56 países. A maioria, 96%, enfrentou o problema por ao menos 90 dias

No maior estudo já realizado sobre a covid longa — persistência de sintomas após a fase aguda da doença —, uma equipe de pesquisadores liderados pela Universidade College London, na Inglaterra, detectou 203 condições que afetam 10 sistemas e órgãos de ex-pacientes. De fadiga a disfunção sexual, passando por descontrole da bexiga, alucinação e palpitação cardíaca, algumas chegam a permanecer por até sete meses, segundo o artigo publicado na revista EClincialMedicine, no grupo Lancet.

A pesquisa incluiu dados de 3.762 pessoas de 56 países, incluindo Brasil. Os participantes foram contatados por meio do grupo Covid-19 on-line, que criou uma pesquisa respondida pela internet na qual eles deveriam relatar sintomas da doença longa confirmados ou suspeitos, além de informar sobre como isso impactou na vida diária e no trabalho. Das 203 condições descritas, os pesquisadores monitoraram 63 ao longo de sete meses.

A ampla gama de sintomas incluiu tremores, coceira na pele, alterações no ciclo menstrual, herpes zoster, perda de memória, visão turva, diarreia e zumbido, entre outros. Os mais comuns foram fadiga, mal-estar pós-esforço (piora dos sintomas após esforço físico ou mental) e disfunção cognitiva, geralmente chamada de névoa cerebral.

Os resultados indicaram que a probabilidade de os sintomas permanecerem além de 35 semanas (mais de sete meses) foi de 91,8%. Dos 3.762 entrevistados, 96% relataram sofrê-los além de 90 dias, 2.454 os apresentaram por pelo menos seis meses e apenas 233 se recuperaram completamente no período do estudo.

Os pesquisadores constataram que o tempo de recuperação tem associação com a data em que os sintomas atingiram o pico: no caso daqueles recuperados em menos de 90 dias, isso aconteceu na segunda semana pós-fase aguda; já entre os que levaram mais tempo para se verem livres das sequelas, o auge foi no segundo mês. Quase 90% dos pacientes tiveram recaídas, sendo o exercício, a atividade física ou mental e o estresse os principais desencadeadores. Quarenta e cinco por cento relataram a necessidade de um horário de trabalho reduzido e 22,3% não estavam trabalhando no momento da pesquisa.

“Pela primeira vez, um estudo ilumina o vasto espectro de sintomas, particularmente neurológicos, prevalentes e persistentes em pacientes com covid longa”, comenta a principal autora, Athena Akrami, neurocientista da Universidade College London. Segundo ela, a maioria dos países foca os programas de recuperação na reabilitação respiratória, negligenciando importantes sequelas.

“Perda de memória e disfunção cognitiva, experimentadas por mais de 85% dos entrevistados, foram os sintomas neurológicos mais difundidos e persistentes, igualmente comuns em todas as idades e com impacto substancial no trabalho”, continua. “Dores de cabeça, insônia, vertigem, neuralgia, alterações neuropsiquiátricas, tremores, sensibilidade a ruído e luz, alucinações (olfatórias e outras), zumbido e outros sintomas sensório-motores também foram comuns e podem apontar para maiores questões neurológicas envolvendo o sistema nervoso central e periférico”, destaca Akrami.

A neurocientista destaca que há “uma necessidade clara de ampliar as diretrizes médicas para avaliar uma gama muito mais ampla de sintomas ao diagnosticar a covid longa”. “Além disso, é provável que haja dezenas de milhares de pacientes sofrendo em silêncio, sem saber se seus sintomas estão relacionados à covid”, diz.

Assistência urgente

Para Anna Brooks, imunologista celular da Universidade de Auckland, na Austrália, identificar e tratar esses pacientes é urgente. “Atualmente, não há testes diagnósticos de rotina que possam ser aplicados a essa condição crônica complexa multissistêmica, razão pela qual a pesquisa é urgentemente necessária para tentar descobrir mecanismos ou biomarcadores para ajudar no cuidado de longo prazo. Já ouvi inúmeros relatos de pacientes sendo recusados, negados em consultas ou mesmo tratados como se fossem infecciosos quando apresentam sintomas de covid longa —realmente parece haver uma falta geral de compreensão nos sistemas de saúde, e é de quebrar o coração ouvir essas histórias.” Segundo Brooks, pessoas nessa situação sentem-se “completamente ignoradas e dispensadas pelos profissionais de saúde”.

Na avaliação de Athena Akrami, as diretrizes clínicas sobre a avaliação da covid longa devem ser ampliadas “significativamente” além dos testes de função cardiovascular e respiratória aplicados, passando a incluir sintomas neuropsiquiátricos, neurológicos e de intolerância à atividade física. “É verdade que muitas pessoas têm falta de ar, mas também têm muitos outros problemas e sintomas, o que requer uma abordagem clínica mais holística.”

Os resultados do estudo da Universidade College Londres estão em consonância com outra pesquisa, divulgada há três dias, na revista Plos One. Com um universo menor de participantes — 431, todos moradores de Zurique, na Suíça. Os cientistas constataram que 26% deles não haviam se recuperado totalmente em seis a oito meses após o diagnóstico inicial da covid-19. No geral, 55% dos pacientes relataram fadiga, 25% tiveram algum grau de falta de ar e 26% apresentaram sinais de depressão. Ainda não existem estudos de grande porte que estimem quantos pacientes de covid sofrerão da forma longa da doença. Uma pesquisa da Universidade de Genebra, na Suíça, com 700 pessoas encontrou um percentual de 33% de indivíduos com sintomas prolongados.

» Nova vacina em teste

Uma candidata à vacina para covid-19 à base de proteína combinada com um potente adjuvante forneceu proteção eficaz contra o Sars-CoV-2 quando testada em animais, sugerindo que a associação poderia adicionar mais um imunizante promissor para uso humano. O antígeno proteico, baseado no domínio de ligação ao receptor (RBD) do Sars-CoV-2, foi expresso em leveduras em vez de células de mamíferos — o que os autores dizem que poderia permitir um processo de produção escalável, estável à temperatura e de baixo custo, adequado para implantação no mundo em desenvolvimento. O estudo é da Universidade de Emory e foi publicado na revista Science Immunology.

Mais de cinco sintomas é sinal de alerta

A presença de mais de cinco sintomas da covid-19 na primeira semana de infecção está significativamente associada ao desenvolvimento de covid longa, independentemente da idade ou do sexo, de acordo com uma nova revisão publicada no Journal of the Royal Society of Medicine. O estudo, liderado pela Universidade de Birmingham, resume as pesquisas atuais sobre a prevalência de complicações da doença. Os cientistas destacaram as 10 sequelas mais comuns: fadiga, falta de ar, dor muscular, tosse, dor de cabeça, dor nas articulações, dor no peito, cheiro alterado, diarreia e paladar alterado.

Os pesquisadores também identificaram dois grupos de sintomas principais de covid longa: aqueles compostos exclusivamente por fadiga, dor de cabeça e queixas respiratórias superiores; e os com queixas multissistêmicas, incluindo febre contínua e sintomas gastroenterológicos.

“Pessoas que vivem com covid longa geralmente se sentem abandonadas e dispensadas por profissionais de saúde e recebem aconselhamento limitado ou conflitante. Mais de um terço dos pacientes em um dos estudos incluídos na revisão relataram que ainda se sentiam mal ou em pior condição clínica em oito semanas do que no início da doença”, diz o autor principal, Olalekan Lee Ayiegbusi.

Probabilidade de cepas mais perigosas

Em um comunicado divulgado ontem, o Comitê de Emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou sobre a “forte probabilidade” de surgimento de novas variantes do coronavírus que seriam “mais perigosas”. “A pandemia está longe de acabar”, afirmam os especialistas, encarregados de aconselhar o diretor-geral da agência. Eles se reuniram por videoconferência na quarta-feira.

“Existe uma forte probabilidade de que surjam e se transmitam novas variantes preocupantes, possivelmente mais perigosas e mais difíceis de controlar” do que as já registradas, acrescentaram. “As tendências recentes são preocupantes. Dezoito meses depois de declarar a emergência de saúde pública internacional, continuamos correndo atrás do coronavírus”, destacou, em coletiva, o presidente do comitê, o francês Didier Houssin.

Até agora, a OMS registrou quatro variantes classificadas como preocupantes: Alfa, Beta, Gama (a brasileira) e Delta. Essa última, encontrada, pela primeira vez, na Índia, se espalha com grande velocidade em todo o mundo, provocando um forte agravamento da pandemia porque é muito mais contagiosa e apresenta um pouco mais de resistência às vacinas, embora elas continuem protegendo nos casos mais graves de covid-19.

Fonte: Correio Braziliense

Universidade oferece fisioterapia gratuita a pacientes com sequelas da covid-19 no DF

Podem ser atendidas pessoas que tiveram movimentos e capacidades do corpo afetadas por consequência da covid-19; saiba como se inscrever

A Clínica-Escola de Fisioterapia da Universidade Católica de Brasília (UCB) está oferecendo 100 vagas para atender gratuitamente pessoas que tiveram alta do tratamento para a covid-19, mas que continuam com sequelas da doença. Por conta da pandemia, inscrição, agendamento e triagem serão realizadas online.

As inscrições podem ser feitas entre 5 e 11 de julho. O paciente deverá apresentar os dados pessoais, comprovante de residência e ter o encaminhamento médico com data inferior a um ano de sua emissão. Os atendimentos devem começar no final de julho, e em horário vespertino, de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h.

Além dos atendimentos para pacientes que se recuperam da covid-19, serão ofertadas ainda vagas de atendimento para as áreas de Ortopedia e Traumatologia, Neurologia Infantil, Neurologia Adulto, Uroginecologia e Reabilitação Pós Covid-19. Serão 20 vagas para cada uma das cinco áreas, e as inscrições podem ser realizadas por meio dos links abaixo:
Neurologia adulto;
Neurologia infantil;
Reabilitação pós-covid;
Uroginecologia (reabilitação pélvica);
Ortopedia e traumatologia.

Reabilitação Pós-Covid

Após a infecção por coronavírus, muitas pessoas têm ficado com sequelas. A docente e coordenadora do curso de Fisioterapia da UCB, Letícia Andrade, contou quais tipos de reabilitação o curso está atendendo. “Nós estamos atendendo pacientes com sequelas respiratórias e motoras. Além disso, há pacientes que sofreram sequelas neurológicas, como AVC no período que estava internado. Nesses casos, encaminhamos para a área da fisioterapia especializada.

Verusca Najara, docente do curso de fisioterapia, informou que é atendido mais pacientes com fraqueza muscular e quais exercícios são realizados para a reabilitação. “A fisioterapia, inicialmente, faz os exercícios com o peso do próprio corpo para ganhar força e resistência muscular, e depois evoluímos para os pesos libs, com fitas elásticas, até chegar aos equipamentos para resistência musculares. Na parte respiratória, utilizamos os padrões respiratórios e associamos o powerbreath, que é um aparelho que ajuda a aumentar a musculatura inspiratória e associar com os exercícios, trabalhando com a parte aeróbica do paciente”.

Mas nem só de aparelhos comuns são feitos a fisioterapia reabilitativa. Segundo Najara, há outros métodos não convencionais para pacientes com baixa motivação para a melhora do quadro. “Pode utilizar a realidade virtual e vídeo games, escolhendo jogos de acordo com o grupo muscular que queremos tratar”, contou.

*Yasmin Ibrahim, sob a supervisão de Hellen Leite.

Fonte: correiobraziliense.com.br

SANTO ANÍBAL

Hoje celebramos os 170 anos de nascimento de Santo Aníbal Maria. Ele é natural de Messina, sul da Itália.

Santo Aníbal Maria dedicou sua vida para defender aos pobres e as crianças em situação de vulnerabilidade.

Grande evangelizador, se empenhou em promover o carisma do Rogate, rezando pelas vocações e zelando pelas coisas de Deus.

Ele é um grande exemplo, um modelo na defesa da vida e na promoção dos direitos dos mais vulneráveis.

Capivaras da Orla do Lago Paranoá serão monitoradas pelo GDF

Acordo de R$ 252 mil será feito em parceria com a Universidade Católica de Brasília, a pedido da comunidade

A Secretaria de Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema), em parceria com a Universidade Católica de Brasília, assinou um termo para identificação e monitoramento da população de capivaras na orla do Lago Paranoá.

Os recursos públicos envolvidos são de R$ 252 mil de acordo com a publicação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). A execução do plano de trabalho terá duração de um ano e a parceria será de 13 meses.

A ouvidoria do GDF foi acionada por moradores da região, em pedido para a realização de ações para a proteção à comunidade e dos animais domésticos que frequentam o local.

Em fevereiro deste ano, um homem foi atacado por um capivara no Setor de Hotéis de Turismo Norte (SHTN), às margens do Lago Paranoá e ficou ferido na perna.

A capivara é um animal presente em quase todos os biomas brasileiros e é uma espécie protegida por lei, segundo o Instituto Brasília Ambiental (Ibram).

Fonte: correiobraziliense.com.br

Prezados amigos de caminhada,

Ao longo de todos esses meses de dificuldades imputadas ao mundo em razão da Pandemia, nunca sentimos tanto a necessidade de intensificar nossas orações, movidas pela nossa FÉ, alimentada mensalmente, a cada dia 9…
Muitas reflexões importantes, idealizadas por amigos iluminados, tem nos atingido de forma bem diversificada…
Acreditamos claramente que Deus age… intui… de acordo com a necessidade de cada coração…
Para o dia 9 de julho, contaremos com a leveza do nosso grande amigo Álvaro, para nos guiar, desta vez, convidando familiares ou algum amigo que você perceba a necessidade de partilhar o momento orante…
Seja na forma presencial ou on-line…
Para tanto, encaminhamos a oração deste mês, com antecedência, com o fim de que você possa preparar o ambiente com uma cruz e uma vela acesa, simbolizando a luz que seguimos…
A paz esteja com todos nós!
“Alegrai- vos na esperança,
Sede pacientes na tribulação,
Perseverai na oração.”

Romanos 12:12
ೋ🍃🌺🍃ೋ

LECTIO DIVINA Data: 09/07/2021

1) As pessoas devem colocar-se em um momentinho de silêncio e respiração profunda durante pelo menos 5 minutos, se colocando na presença de Deus).

2) Logo depois, invocar o Espírito Santo (a escolha: rezado ou cantado)
Vinde Espírito Santo (Reza)

Vinde Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso Amor. Enviai o Vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra. Oremos: Ó Deus que instruíste os corações dos vossos fiéis, com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos da sua consolação. Por Cristo Senhor Nosso. Amém

Eu vim para escutar (Canto)

1.Eu vim para escutar Tua palavra, tua palavra, tua palavra de amor 2.eu gosto de escutar Tua palavra, tua palavra, tua palavra de amor 3.eu quero entender melhor Tua palavra, tua palavra, tua palavra de amor 4.o mundo ainda vai viver Tua palavra, tua palavra, tua palavra de amor
https://www.youtube.com/watch?v=P2owxlsfC1M

3) Partilhar brevemente alguma situação que marcou durante a semana (fato alegre ou triste).

4) Ler a Palavra de Deus- Evangelho de Mateus 10, 16-23. No primeiro momento uma pessoa proclama todo o Evangelho. Em seguida, uma outra faz a proclamação, convidando as pessoas que ecoem as palavras (Ou seja, vai lendo e as outras depois repetem).

5) Meditar e partilhar a Palavra de Deus (partilhar algo da Palavra que tenha tocado. Um versículo, uma palavra chave. O importante é que não tente explicar somente pela lógica racional, mas perceber de que maneira a Palavra tocou o coração). De que maneira Jesus caminha conosco e nos dá coragem para nunca nos perdermos no caminho?

6) Após a meditação e a partilha, o grupo deverá fazer um compromisso à ser vivido ao longo da semana. (Por exemplo rezar todo dia por alguém, ou mesmo algum gesto de caridade).

7) Finalizar com a seguinte oração:

OLHA, SENHOR

Olha, Senhor, sou como um vaso vazio. Enche-o. Sou fraco na fé. Fortalece-a. Sou frio no amor. Permite que meu coração queime. Deixa que meu amor jorre sobre o meu próximo. Não tenho uma fé firme e forte. Às vezes, duvido e não consigo confiar completamente em ti. Senhor ajuda-me. Aumenta a minha fé, permite que eu confie em ti. Sou pobre, tu és rico. No entanto, tu vieste para ter compaixão dos pobres. Eu sou um pecador, tu és justo. Sofro por causa do pecado. Em ti está toda a justiça. Fico contigo, pois de ti posso receber e não preciso dar. Amém!

Família doa órgãos de criança morta depois das agressões do pai

Elias foi torturado pelo pai porque não conseguia resolver tarefas da escola, em Caratinga. Família doou os órgãos para salvar a vida de outras crianças

A confirmação da morte do garotinho Elias Emanuel Martins Leite, de 6 anos, além de comover a população de Caratinga e Santa Bárbara do Leste, complicou a situação do pai do garoto, acusado de torturar Elias com socos e chutes no domingo (27/6), em Caratinga. Elias morreu em decorrência das pancadas que recebeu na cabeça.

O delegado de Polícia Civil, Ivan Lopes Sales, informou que o pai de Elias, que tem 26 anos, permanece preso e à disposição da justiça, pelo crime de tortura qualificada que causou lesões graves no filho.

O delegado disse que a Polícia Civil continua investigando o crime, que tornou-se ainda mais grave com a morte da criança. Ele aguarda os laudos periciais e resultados de novas diligências para concluir as investigações.

Elias foi agredido pelo pai com socos no rosto e no crâneo, levou uma rasteira e ao cair, bateu com a cabeça na quina de um móvel. Tombou inconsciente. Tudo por não saber resolver as questões de uma tarefa da escola.

O pai tentou socorrer o filho em casa, sem sucesso. Levou o menino para a UPA de Caratinga, onde a equipe médica estranhou as lesões na face e chamou a polícia. Preso, ele admitiu ter agredido o filho, mas disse que agrediu por estar bêbado.

O garotinho teve de ser intubado e transferido para Belo Horizonte, sendo internado na UTI Infantil do Hospital João XXIII onde morreu na noite de segunda-feira (28/6). A família de Elias fez a doação dos órgãos do garoto e justificou a atitude como uma forma de salvar a vida de outras crianças.
Histórico de agressões

Histórico de agressões

O avô materno de Elias, Nivaldo Fonseca, que mora em Santa Bárbara do Leste, próximo à Caratinga, disse que o pai de seu neto é um “monstro”, porque ele desfigurou o rosto da criança com os socos que deu durante a agressão.
Nivaldo quer justiça e nada mais. Ele contou que o neto morou um certo tempo com os avós maternos depois que a mãe morreu por afogamento, quando Elias tinha 2 anos incompletos.

O avô afirmou que o pai de Elias já havia submetido o garoto a maus-tratos e que a avô materna já havia denunciado essas agressões anteriores ao Conselho Tutelar de Santa Bárbara do Leste e de Caratinga. E que Elias voltou a morar com os avós, mas o pai conseguiu a guarda do filho e voltou com ele para Caratinga.

O Conselho Tutelar de Caratinga divulgou nota esclarecendo o seu posicionamento em relação ao caso. Confira a nota, na íntegra, abaixo:

O Conselho Tutelar de Caratinga, órgão permanente e autônomo, não jurisdicional, encarregado pela sociedade de zelar pelos direitos das crianças e adolescentes, definidos em Lei Federal nº 8069/90 do ECA, vem a público prestar esclarecimentos acerca de sua atuação no caso envolvendo a criança E.E.M que teve morte encefálica constatada em 28/06/2021, após ter sofrido agressões físicas por parte do genitor.

Inicialmente, destacamos que no ano de 2020, após atuação do Conselho Tutelar, a criança foi entregue à avó materna, que se tornou sua guardiã legal em agosto de 2020.

Informamos ainda, que, em nenhum momento, o Conselho Tutelar atuou para devolver a criança ao pai, até porque, em se tratando de alteração de guarda, e havendo processo judicial em trâmite, apenas o Poder Judiciário possui competência para assim agir.

Por fim, esclarecemos que, em abril do corrente ano, o Conselho Tutelar obteve a informação de que a vítima havia sido novamente entregue, pelos familiares, aos cuidados do pai, o que resultou na oitiva e advertência do responsável, conforme previsão no Estatuto da Criança e do Adolescente.

O Conselho Tutelar, por meio de suas conselheiras, reitera o compromisso de atuar em prol das crianças e adolescentes de Caratinga, lamenta imensamente a tragédia envolvendo E.E.M e se solidariza com amigos e familiares, diante de tão grande perda.

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br

Coral da UnB celebra 40 anos com solenidade virtual pelo YouTube

Evento em comemoração aos 40 anos do Coral da UnB será na quarte (30/6) e na quinta (1º/7), às 20h. Transmissão será realizada pelo canal do coral no YouTube

Coral da Universidade de Brasília (UnB) vai promover, na quarta-feira (30/6) e na quinta-feira (1º/7), uma solenidade virtual em comemoração ao 40º aniversário do grupo. Com a presença de regentes e coralistas, o evento vai resgatar a história e o trabalho desenvolvido pelo coro ao longo dos anos. A transmissão será realizada pelo canal do coral no YouTube, às 20h, e terá a exibição de peças antigas, além da estreia de três vídeos de coros virtuais.

O coral lançou, no último mês, um livro também em celebração aos 40 anos do coro. A obra reúne histórias da primeira década do grupo, com recursos dos próprios autores e ex-coralistas, destacando o cenário da música coral nacional e internacional da época.

Fundado em março de 1981, o coral foi reconhecido no Distrito Federal por meio do título de Patrimônio Cultural Imaterial do Distrito Federal (Lei Distrital nº 5.155/13). Com as atividades presenciais suspensas durante a pandemia, o coro continua trabalhando virtualmente. Por meio das redes sociais, são compartilhadas fotos e histórias que marcaram as pessoas que passaram pelo grupo.

Para o segundo semestre, o coral segue com a produção de vídeos virtuais celebrando datas e homenageando compositores que marcaram a música do mundo.

Serviço

Comemoração 40 anos Coral da UnB

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Jovens com Síndrome de Down fotografam o cotidiano da pandemia

Projeto fotográfico conta com a participação de 11 jovens com Síndrome de Down no Distrito Federal e fica exposto até o dia 12 de julho no Píer 21

A exposição fotográfica ‘Pandemia: olhar plural’, em cartaz no Pier 21, faz parte do projeto ‘Galera do DIS – Clicando por aí’, parceria com a fotógrafa Gi Sales e o Diário da Inclusão Social (DIS). O objetivo do projeto é mostrar o olhar de jovens com síndrome de Down sobre o mundo por meio da fotografia.

A exposição, que vai até o dia 12 de julho, conta com 55 fotografias de 11 jovens com Síndrome de Down. As fotografias foram realizadas em saídas fotográficas realizadas com o auxílio de um grupo de fotógrafos voluntários e retratam a rotina das pessoas em meio à pandemia do novo coronavírus. Os jovens captaram imagens que valorizam os detalhes do cotidiano, como um passeio ao parque ou a prática de um exercício físico, em diversos pontos de Brasília.

O projeto conta com a colaboração da fotógrafa Girlene da Costa, mais conhecida por Gi Sales. A fotógrafa trabalha com crianças e jovens com Síndrome de Down desde 2016. Foi nessa época que ela conheceu o Diário de Inclusão Social e desde, 2017, desenvolve oficinas de fotografia com os adolescentes de forma voluntária.

“A inteligência e dinamismo dos jovens envolvidos com o DIS me fez acreditar que neles estaria um grupo maravilhoso de alunos de fotografia, tendo em vista a sensibilidade que cada um demonstrava ter”, completou.
As oficinas ocorriam durante os fins de semana, antes da pandemia, e envolviam aulas práticas e teóricas dos conceitos básicos da fotografia. A partir dos resultados e avanços, Gi Sales propôs a primeira exposição fotográfica em 2019, ‘Um olhar especial para a natureza’.

“A empolgação e resultados maravilhosos nos fizeram ousar e acreditar que mais pessoas precisavam ver nossas conquistas, afinal nossos jovens merecem ser vistos com respeito e admiração conquistados com seus esforços nas aulas”, destacou.

Além de capacitar os jovens, a fotógrafa quer estimular que este tipo de ação aumente. “A partir da divulgação da exposição, quero estimular outros profissionais da área fotográfica a formar grupos semelhantes ou fazer parte de projetos como esse. Nossos jovens possuem um potencial incomensurável no que se refere à disciplina, sensibilidade e capacidade”, acredita.

Para divulgar o trabalho e o talento dos jovens, a exposição vai se tornar itinerante, permanecendo em lugares movimentados e com maior visibilidade no Distrito Federal. Para mais informações sobre o projeto ‘Galera do DIS’, acompanhe o Instagram @galeradodis.

Fonte: correiobraziliense.com.br