Audiência para tratar do uso da Orla do Lago Paranoá

A Audiência da Vara do Meio Ambiente, desenvolvimento urbano e fundiário que tratará sobre o uso, manejo, preservação da APP da *Orla doLago Paranoá* e adjacências se realizará no dia *15.03.2019, às 14h. No entanto, mudou de local. A data permanece inalterada *15.03.1019,14h*
*O local a ser realizada a audiência será no Auditório Ministro Sepulveda Pertence*, *Fórum de Brasília* – Sede – Forum Des. Milton Sebastião Barbosa, *Bloco A*, térreo e *não mais* no Auditório da Vara do Meio Ambiente – Fórum Verde.

Tal alteração se deveu à necessidade de receber os participantes com maior conforto e segurança, tendo em vista que sala de audiências da Vara do Meio Ambiente-Forum Verde não comporta a quantidade de pessoas que se mostraram interessadas em participar.

Saiba mais: www.tjdft.jus.br

Fábio Assunção: Memes e máscaras revelam visão equivocada sobre dependência química

Especialistas afirmam que sociedade não enxerga a dependência química como doença, e sim como falha moral

Meme. Máscaras do ator Fábio Assunção são vendidas na Saara; dependência química dele virou meme na internet e tema de música; ator foi à Justiça

Ele virou disputada máscara de carnaval, foi tema de música de chacota e protagonista de uma série de memes. E a festa de Momo tem potencial para aumentar ainda mais a quantidade de zombarias dirigidas ao ator Fábio Assunção, da TV Globo, constantes ao longo do verão por conta de sua dependência química. Mas o que leva tantas pessoas a verem graça em algo tão grave? Especialistas ouvidos pelo GLOBO são taxativos: a sociedade não enxerga o alcoolismo e o vício em drogas como doença, e sim como falha moral. As piadas com o tema são resultado desse estigma e, ao mesmo tempo, uma forma de perpetuá-lo.

O próprio ator já se manifestou sobre isso, quando procurou Gabriel Bartz, intérprete da música que leva seu nome, para fazer um acordo: agora, parte do lucro que ele tiver com a canção será revertido em doações para uma associação para dependentes químicos.

— Não deveria ser piada, pelo menos — diz a psicóloga Sabrina Presman, presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas.

Para ela, a sociedade brasileira é marcada pela “psicofobia”: o preconceito em relação a diagnósticos psiquiátricos.

— As pessoas veem com maus olhos qualquer transtorno psiquiátrico. Poucas vezes têm empatia suficiente para entender que, por trás do alcoolismo existe alguém doente. O julgamento moral é grande.

A dependência química é oficialmente considerada transtorno mental e doença crônica. E catalogada como problema social pela Organização Mundial de Saúde (OMS ). Quem temo distúrbio metaboliza deforma diferente a substância da qualé dependente—oque torna extremamente difícil conter o vício e afeta de modo negativo os aspectos psíquico, emocional, físico e social da vida.

Sabrina Presman compara ao câncer:

— As pessoas não fazem chacota de pacientes que estão passando por quimioterapia. Isso diz muito sobre o que elas entendem sobre o que é, de fato, uma doença.

‘PIADAS DE BÊBADO’

Mas qual é o limite entre a falta de empatia e a brincadeira? O que não falta na cultura popular do país são piadas de bêbado, por exemplo. Elas deveriam ser abolidas?

— Não dá para dizer, claro, que agora está proibido fazer piada com esse tema. Mas é preciso moderar, ainda mais quando não se trata de um “bêbado genérico”, e sim de uma pessoa que existe e que, com certeza, terá seu tratamento prejudicado por isso —afirma Sabrina.

Uma “evolução cultural” urge, na avaliação da psicóloga Ana Café, especializada na prevenção e tratamento da dependência química:

— O ideal seria que a gente pudesse evoluir culturalmente e entender a dependência como uma doença séria. Por conta das piadas, o principal sentimento do paciente e da própria família, quando a doença começa a se manifestar, é a vergonha. Isso faz com que o dependente acabe protelando a busca do tratamento. Isso é muito grave. Ninguém deixa de buscar tratamento para problema cardíaco, por exemplo —salienta a diretora do Núcleo Integrado.

A psicóloga destaca ainda que é possível se recuperar bem de um quadro de dependência, e que, em média, o período de internação dura três meses, e o de tratamento ambulatorial depois da internação leva um ano. Mas esse tempo pode variar, de acordo com a situação do paciente. E medicamentos costumam ser necessários para tratar a doença, além de participação em grupos terapêuticos.

—É preciso construir mecanismos saudáveis para evitar a primeira dose — afirma a especialista.

COMO LIDAR

O professor Dartiu Xavier da Silveira, coordenador do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), classifica o uso das máscaras de carnaval com o rosto de Fábio Assunção como um problema que “indica um fenômeno de massa”.

Para ele, as pessoas têm dificuldade em lidar com a fragilidade humana e o uso da máscara seria uma forma de associar o problema ao outro, ou seja, de não expor a própria vulnerabilidade:

— Fazer piada com adição química é de extremo mau gosto. É surpreendente que as pessoas se dediquem a confeccionar máscaras como esta e que essa moda pegue, vire um sucesso.

Silveira destaca que mesmo alguns profissionais que tratam esses pacientes em clínicas especializadas e comunidades terapêuticas acabam por reforçar o preconceito:

— Existe um estigma relacionado à dependência química que é absolutamente lamentável. Infelizmente, as pessoas que tratam dependentes químicos muitas vezes não trabalham no sentido de acabar com esse estigma. A maioria dos modelos de grupo que conheço só reforçam o preconceito.

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Envelhecer sem emprego

Renda incerta. Sem emprego e sem os requisitos para se aposentar, Carlos dos Santos, de 61 anos, cata recicláveis. Mais de sete milhões de pessoas entre 50 e 64 anos não contribuem para o INSS

A reforma da Previdência, que começou a tramitar no Congresso com a proposta de idade mínima de 62 (mulher) e 65 anos (homem) para a aposentadoria e aumento de 15 para 20 anos no tempo mínimo de contribuição, vai obrigar o brasileiro aficar mais tempo no mercado de trabalho se for aprovada. Esse desafio será ainda maior para um segmento da população que não para de crescer: pessoas entre 50 e 64 anos que não trabalham e nem estão aposentadas. São os chamados “nemnem” maduros. Segundo um estudo do Instituto de PesquisaEconômica Apl ica da(Ipea ), esse contingente dobrou nas duas últimas décadas, chegando a 7,3 milhões de brasileiros em 2017, dado mais recente. Em comum, têm abaixa escolaridade, que dificulta o acesso ao emprego formal.

De acordo coma autora do estudo, a pesquisadora do Ipea Ana Amélia Camarano, essa condição vem crescendo de for mamais expressiva entre os homens, embora eles sejam minoria no grupo. São 1,7 milhão de homens entre os

“nem-nem” maduros, alta de 282% desde 1999. Já o crescimento entre as mulheres é menos acelerado, com uma taxa de 75% na mesma comparação. Em 2017, elas eram 5,6 milhões “nem-nem” maduras.

TRABALHO SEM REGISTRO

Segundo a pesquisadora, os homens são mais vulneráveis à pobreza porque, geralmente, as mulheres sem trabalho e sem aposentadoria nessa faixa etária estão inseridas em arranjos familiares de apoio. Contam com a renda do marido ou têm maior assistência de filhos e outros parentes. Os homens sem trabalho e sem escolaridade nessa faixa etária são responsáveis pela renda da família ou vivem sozinhos.

José Santos Oliveira, de 59 anos, e Carlos dos Santos, 61, têm perfis típicos desse grupo. Moradores de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, ambos nasceram no interior da Bahia. Migraram já adultos em busca de trabalho, mas as dificuldades para conseguir emprego sempre os acompanharam por causa da pouca instrução.

Oliveira estudou até a sétima série do ensino fundamental.

Santos abandou a escola ainda mais cedo, mas pelo mesmo motivo: teve que começara trabalhara indana infância para ajudara família. No Rio, el estiveram ocupações como pedreiro, vigilante, porteiro e auxiliar de serviços gerais, masa maior parte delas sem carteira assinada. Assim, não têm tempo de contribuição suficiente para se aposentar.

Com o avançar da idade, os obstáculos só aumentaram. O peso da idade, problemas de saúde e o sumiço das vagas com acrise econômica iniciada em 2014 ti raramos dois de vez do mercado. Moram sozinhos, em barracos construídos por eles mesmos em uma comunidade de Santa Cruze praticamente não têm renda fixa. Oliveira faz bicos como ajudante de pedreiro, cada vez mais raros. Santos junta latas e outros materiais recicláveis pelas ruas para vender. Para comer, muitas vezes contam com doações de vizinhos.

—Se eu pudessem e aposentareganhara o menos um salário mínimo, poderia volt arpara a Bahia—sonha Oliveira, que deixou para trás mulher e filhos em Jacobina, onde nasceu, há duas décadas.

Santos, que tem problemas de memória e limitações motoras decorrentes de um acidente vascular cerebral, tem sonho mais modesto:

—Queria pelo menos ter dinheiro para comprar pés de galinha, que gosto de comer.

Ambos dizem desconhecer o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que tende a ser a saída para quem envelhece na pobreza como eles, sem emprego e sem contribuição mínima para se aposentar. Atualmente, idosos nessa situação em famílias de baixa renda têm direito a um salário mínimo (R$ 998) a partir dos 65 anos, um tipo de BPC.

A reforma prevê que o BPC seja antecipado para os 60 anos, o que poderia beneficiar gente como Oliveira e Santos com uma renda fixa mais cedo, mas com benefício menor: R$ 400. Pela proposta enviada pelo governo Bolsonaro ao Congresso, só quando o beneficiário completar 70 anos passará a receber o mínimo. É um dos pontos da reformaque mais têm recebido críticas. O secretário daPr evidência, Rogério Marinho, defende a mudança nas regras do BPC justamente para diferenciá-lo dos benefícios previdenciários, deixando claro para a sociedade o que é assistência (programas que não preveem contrapartida de contribuição por parte do beneficiário) e o que é Previdência (renda obtida na velhice graças a um período de contribuição durante a idade ativa ).

4,5 MILHÕES DE BENEFICIÁRIOS

Segundo o governo federal, o BPC tinha 4,5 milhões de beneficiários em 2017 (sendo dois milhões de idosos e 2,5 milhões de pessoas com deficiência ), oque representa um crescimento de 1.200% em relação aos atendi dosem 1996. No mesmo período, o custo anual dessas pensões passou de R$ 172 milhões para R$ 50 bilhões, refletindo o envelhecimento da população do país.

Especialistas alertam que o país precisa investirem políticas públicas como educação e qualificação profissional para promovera inserção social dos “nem-nem” maduros, sob pena de eles continuarem engrossando o número de dependentes do BPC.

—O BPC é mais comum entre analfabetos, sem instrução. Funciona como uma espécie de compensação pela deficiência do Estado para oferecer educação —diz Marcelo Neri, diretor do FGV Social.

Para Ana Amélia Camarano, do Ipea, além de capacitação, é preciso estimular empregadores a investir na melhoria das condições de trabalho, com saúde ocupacional, para incentivara contratação de maduros menos escolarizados:

— Para eles, hoje, não há alternativa. É o BPC ou a pobre zonas ruas.

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Casos de dengue aumentam mais de 220% em janeiro e fevereiro no DF

Os maiores aumentos foram registrados nas asas Norte e Sul, Cruzeiro, lagos Norte e Sul, Sudoeste e Varjão

O crescimento dos casos de dengue preocupa a saúde pública do Distrito Federal. Nesta quarta-feira (27/2), a Secretaria de Saúde divulgou boletim que mostra que a incidência provável da doença aumentou mais de 220% em apenas um ano. Até 16 de fevereiro deste ano, as unidades de saúde da capital registraram 1.142 casos, quando, em igual período de 2018, apenas 355 pacientes apresentaram sintomas da enfermidade.

O levantamento aponta que cidades da região central de Brasília, que quase não apresentavam casos da doença, passaram a ter maior incidência. No Cruzeiro, por exemplo, o número de casos subiu 700%. Até fevereiro de 2018, apenas uma pessoa foi diagnosticada com a doença, quando, no ano mesmo período deste, oito casos chegaram às unidades hospitalares. Na Asa Sul, os números também assustam: os casos cresceram 650%, passando de 2 para 15.

O boletim destaca que as regiões administrativas asas Norte e Sul, Cruzeiro, lagos Norte e Sul, Sudoeste e Varjão estão entre os locais com maior índice de crescimento da doença. Dentro do período de avaliação, os casos das cidades contabilizam aumento de 236,8%, passando de 19 para 69 registros.

A região leste das unidades de saúde, que comporta Itapoã, Paranoá e São Sebastião foram as regiões onde ocorreram mais casos da doença. As três cidades simbolizam 353 do total de casos, ou seja, 30,9% dos registros.

No total, a Secretaria de Saúde registrou 1.364 casos notificados de dengue. Desse número, 1.284 (94,1%) são moradores do Distrito Federal. Os casos registrados, considerados prováveis, têm um coeficiente de incidência de 36,82 por 100 mil habitantes. O boletim ainda destaca que a aceleração do número de casos “continua preocupante” e que, geralmente, esse aumento só é registrado no fim do verão ou início do outono – entre março e junho.

Mortes também crescem
Em 2019, três pessoas morreram vítimas de dengue no Distrito Federal. Uma delas era de fora da capital, mas foi atendida nos hospitais de Brasília. Em igual período do ano passado, nenhum óbito havia sido registrado por causa da doença.

O aumento no índice da doença e nas mortes acendeu o alerta na Secretaria de Saúde. De acordo com o boletim, as unidades devem reforçar e capacitar as equipes para que elas consigam fazer o reconhecimento da enfermidade para que os pacientes recebam a assistência necessária. “A organização específica do acolhimento para esse cenário pode evitar evoluções graves ou fatais”, frisa o texto.

Previna-se
Além da dengue, o Aedes aegypti pode transmitir zika e a febre chikungunya. Confira os sintomas:

Dengue: a pessoa que tenha viajado nos últimos 14 dias ou more em regiões onde esteja ocorrendo transmissão de dengue deve ficar atenta. Geralmente, os sintomas consistem em febre, entre dois e sete dias, junto a outros sintomas, como náuseas, vômitos, exantema, mialgias, artralgia e cefalia.

Chicungunya: os sintomas consistem em febre de início súbito e artralgia ou artrite intensa com início agudo, sem motivo aparente.

Zika: geralmente, pessoas com a doença apresentam manchas vermelhas pela pele junto a outros sintomas, como febre, olho vermelho sem secreção e prurido, poliartralgia (dores nas articulações) e edema.

Saiba mais em: www.correiobraziliense.com.br

Cine Brasília estreia documentário canadense sobre a capital federal | O que fazer no Distrito Federal | G1

Exibição em sessão única ocorre nesta quinta-feira (28); entrada é gratuita. Assista ao trailer.

O Cine Brasília exibe, nesta quinta-feira (28), o documentário “Brasília: Vida depois do projeto”, do diretor canadense Bart Simpson. A exibição será em uma sessão única, às 20h, e a entrada é gratuita.

O longa-metragem aborda a relação que as pessoas que vivem na capital estabelecem com a cidade a partir da perspectiva de alguns moradores.

Entre eles, Sérgio, um urbanista dedicado, que defende o plano da cidade, mas sabe que precisa se adaptar. Helize, concurseira que visa o Senado Federal. E Willians, um vendedor de rua que tenta encontrar conexão com a cidade.

A estreia no Cine Brasília é, também, a primeira exibição do filme no mundo – uma homenagem à cidade que o inspirou. Após a sessão, quem estiver no local poderá conversar com o diretor e a equipe.

Programe-se
“Brasília: Life after design” (“Brasília: vida depois do projeto”)

  • Data: 28 de fevereiro
  • Local: Cine Brasília – 106/107 Sul
  • Hora: 19h (coquetel) e 20h (exibição)
    De graça

Saiba mais em: globo.com

Apontadas como ‘damas do tráfico’ são presas suspeitas de assumir negócio no lugar dos namorados, em Anápolis | Goiás | G1

Namorados das jovens de 18 e 19 anos já estavam presos pela venda de drogas, informou PM. G1 não conseguiu localizar defesas delas.

Duas jovens foram presas em flagrante no Setor Recanto do Sol, em Anápolis, nesta terça-feira (26), por suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas. Apontadas pela Polícia Militar como “as damas do tráfico”, Jennifer Moreira Mesquita, de 19 anos, e Verônica Ribeiro Gomes, de 18 anos, namoram dois homens que já estavam presos pelo mesmo crime, de acordo com a PM.

Até a última atualização desta reportagem, o G1 não havia conseguido localizar as defesas das presas.

Segundo a PM, Jennifer e Verônica teriam dado continuidade à venda de entorpecentes após a prisão dos namorados. Na ação desta terça, foram apreendidos mais de 500 pontos de LSD, 300g de crack e R$ 1,6 mil em dinheiro, além de diversos cartões bancários, celulares e balança de precisão.

A polícia chegou até uma delas após receber um chamado sobre uma briga de vizinhos. Depois de se desentender com duas mulheres, Verônica teria ameaçado uma delas de morte, o que resultou na ligação ao 190.

No momento em que os militares foram ao endereço, perceberam a chegada de Jennifer na casa de Verônica em uma moto. Ao consultarem a placa, os policiais descobriram o suposto envolvimento de Jennifer com o tráfico de drogas. Segundo a PM, foi feita a abordagem e constatou-se que ela já possui antecedente criminal por tráfico.

Ainda de acordo com a Polícia Militar, Jennifer havia ido até o local para entregar alguns pontos de LSD e crack para Verônica, além de receber uma dívida. Dentro da casa, foram encontradas ainda mais porções de crack, balança de precisão, papelotes de maconha, papel de seda, papel filme, quatro celulares e diversos cartões bancários.

As duas foram encaminhadas à Delegacia Central de Anápolis e o caso está sendo investigado pela 5ª DP. Elas já foram levadas para a ala feminina do presídio da cidade, onde aguardam as audiências de custódia.

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PAPA ENTULHO

 Descrição:

O Papa Entulho é um ponto de entrega voluntária (PEV) de entulho, podas, volumosos, materiais recicláveis e óleo de cozinha usado. O local possui rampa de acesso a veículos pequenos para o descarte de resíduos de construção diretamente em caçambas.

O local é preparado para receber diariamente, por pessoa, até 1 metro cúbico (equivalente a uma caixa de água de mil litros) de resíduos da construção civil, volumosos (como móveis) e restos de podas.

Também podem ser entregues materiais recicláveis como papéis, plásticos, papelões e

metais, desde que estejam separados e limpos. Esses resíduos serão encaminhados para as cooperativas de catadores de materiais recicláveis.

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), por meio do Projeto Biguá, faz parceria com o SLU. Em cada Papa Entulho há um ponto de coleta de óleo usado. Recomenda-se que o material seja levado em embalagens como frascos de amaciante e xampu. A capacidade é de até 50 litros por dia.

A Instrução Normativa nº 2, de 15 de março de 2017, publicada no Diário Oficial do DF do dia 17 de março de 2017, expõe as regras para utilização dos Papa Entulhos. O local funciona de segunda a sábado, das 7h às 18h.

Não são permitidos resíduos domésticos (orgânicos e rejeitos), industriais, de serviços de saúde e eletrônicos, pneus, embalagens de agroquímicos, de produtos fitossanitários e de óleos lubrificantes, lâmpadas, pilhas e baterias, equipamentos ou materiais que tenham metais pesados, gesso, espelhos, vidros, amianto, tintas, solventes e tonner.

Não é permitida a entrada de cargas de resíduos em caminhões ou carretas.