Operação Luz na Infância mira pedófilos no DF e em 18 estados

No Distrito Federal, o alvo é um morador de Samambaia suspeito de disseminar fotos de crianças e adolescentes fazendo sexo

Os alvos foram identificados pela Diretoria de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), com base em elementos informativos coletados em ambientes virtuais que apresentavam indícios suficientes de autoria e materialidade delitiva.
Nesta edição, o Corpo de Investigações Judiciais (CIJ) do Ministério Público Fiscal da Cidade Autônoma de Buenos, Argentina, realiza operação simultânea e cumpre 41 mandados de busca. Os alvos internacionais foram identificados após atuação conjunta entre a Diretoria de Inteligência da Senasp/MSP e autoridades policiais da Argentina. Mais de mil policiais estão envolvidos no trabalho deflagrado nesta quinta.

Luz na Infância
A operação foi intitulada Luz na Infância por serem bárbaros e obscuros os crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes. Os acusados desse tipo de delito agem nas sombras da internet e devem ter suas condutas elucidadas e julgadas, como a de qualquer criminoso.
Em 20 de outubro de 2017, o Ministério da Justiça deflagrou a primeira fase da operação. Na época, as autoridades mobilizaram 1,1 mil agentes para cumprir mandados de busca e apreensão em 24 estados e no Distrito Federal.

Atalaia
A Polícia Federal também deflagrou, na manhã desta quinta (22), a Operação Atalaia para apurar crimes relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes, por meio da internet. Estão sendo cumpridos 60 mandados de busca e apreensão nos estados de Alagoas, Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e no Distrito Federal.
Cerca de 300 policiais federais participam da operação. O cumprimento dos mandados tem como objetivo a apreensão de computadores e dispositivos eletrônicos utilizados na prática delitiva.

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Fontemetropoles.com

EUA proíbem 7 sabores artificiais encontrados em sorvetes e doces


O FDA (Food and Drug Administration), órgão equivalente à Anvisa no Brasil, proibiu sete aditivos artificiais, a maioria dos quais são comumente encontrados como ingrediente artificial de sabor em sorvetes embalados, chicletes, assados e doces.

Seis dos ingredientes foram retirados por terem causado câncer em animais de laboratório em alguns estudos – são elas a benzofenona, acrilato de etila, éter eugenilmetílico, mirceno, pulegona e piridina – são comumente usados como imitações de menta natural, cítricos e sabores de canela. Já uma sétima substância foi excluída apenas por não estar mais sendo usada pela indústria de alimentos.

A benzofenona, por exemplo, foi encontrada em cereais matinais, produtos de panificação e produtos lácteos congelados, enquanto o pulegona é usado como aroma de hortelã em balas e gomas de mascar.

“Embora a recente avaliação da exposição dessas substâncias não indique que elas representem um risco para a saúde pública sob as condições de seu uso pretendido, os peticionários forneceram evidências de que essas substâncias causaram câncer em animais que foram expostos a doses muito mais altas”, concluiu o FDA em um comunicado de imprensa.

Pode parecer uma proibição estranha, se o risco só ocorre em altas doses, mas a FDA tem uma regra desde 1958 que nenhum aditivo alimentar que cause câncer em humanos ou animais em qualquer quantidade poderia ser aprovado por eles.

Os dados apresentados pelas organizações de defesa na petição original de 2015 foram baseados em estudos como o relatório de toxicologia publicado na Série de Relatórios Técnicos do Programa Nacional de Toxicologia em 2006.

O estudo relacionou o consumo de benzofenona em ratos ao aumento da incidência de leucemia, sarcoma histiocítico como problemas renais e hepáticos.

Com base nesses resultados, o FDA está proibindo ainda mais a benzofenona para uso em embalagens de produtos plásticos.

Até que os fabricantes de produtos que atualmente usam esses ingredientes como imitadores de aromas naturais encontrem substitutos artificiais adequados, eles são encorajados a usar menta natural, canela e frutas cítricas.

Deputados Distritais aprovam homenagem à Maria Cláudia Del’Isola

Projeto de lei dá o nome da estudante brutalmente assassinada, em 2004, a parque situado na EQS 111/112 sul

A estudante brasiliense brutalmente assassinada, em dezembro de 2004, que marcou a luta no Distrito Federal contra os crimes de violência sexual será homenageada. A Câmara Legislativa do DF aprovou, nesta terça-feira (23/10), o Projeto de Lei 1996/2018 que denomina como Parque Maria Cláudia Siqueira Del’Isola a área da EQS 112/113.

O PL, de autoria do deputado Wellington Luiz (MDB), tramitou em diversas comissões da Casa, sempre com pareceres favoráveis, e passou por audiência pública antes de ir a Plenário. “Maria Cláudia representa milhares de mulheres que ainda são vítimas de abuso sexual e têm todos os seus direitos humanos violados”, diz o autor na justificação do texto.

“Embora haja dores sem reparação e perdas impossíveis de serem amenizadas, a perpetuação de seu nome é uma homenagem de Brasília a ela e sua família”, completou o distrital. A matéria segue para sanção do governador do DF, Rodrigo Rollemberg (PSB).

Relembre o caso
O corpo de Maria Cláudia, com 19 anos à época, foi encontrado três dias após o desaparecimento dela ter sido informado à polícia, em 9 de dezembro de 2004. A vítima estava enterrada no quintal da própria casa, com sinais de estrangulamento, estupro e facadas.

O crime aconteceu no Lago Sul, um dos bairros mais nobres de Brasília. O caseiro da família, Bernadino do Espírito Santo, foi apontado como o principal suspeito logo após o crime. Em 2007, ele foi condenado a 65 anos de prisão por estupro, assassinato e ocultação do cadáver.

A namorada de Bernardino, Adriana de Jesus Santos, foi condenada pela morte da estudante, em dezembro de 2004. Submetida a júri popular, a ré, pela sentença, teria de cumprir 58 anos de prisão pelos crimes de homicídio qualificado, estupro, atentado violento ao pudor e ocultação de cadáver.

 Site: metropoles.com

Pastor é preso acusado espiar mulheres em banheiros do Parque da Cidade

Suspeito tem 41 anos, é casado e pai de um menino. Ele foi preso em flagrante no domingo, com objetos que usava para perfurar os banheiros químicos


Um homem de 41 anos, suspeito de fazer furos em banheiros químicos no Parque da Cidade para espiar mulheres, é um pastor de uma igreja evangélica. Morador de Águas Claras, o suspeito foi preso em flagrante, no domingo (14/10), pela Polícia Militar do Distrito Federal. Com ele foram encontradas ferramentas usadas para fazer buracos nos banheiros públicos.

O crime aconteceu no Estacionamento 9 do parque durante um circuito de corrida. O pastor foi detido no momento em que os vencedores da competição recebiam as medalhas.

Na mochila do suspeito havia facas, uma lâmina, um maçarico e fluido para isqueiro. De acordo com a PMDF, o religioso esquentava a ponta dos metais para derreter o plástico dos toaletes com mais facilidade, afim de bisbilhotar a intimidade das mulheres.

O pastor é casado e tem um filho pequeno. Encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), ele responderá pelos crimes de dano à patrimônio e importunação sexual. Se condenado, pode cumprir de um a quatro anos de prisão.
Site: http://bit.ly/2NIMk9x

Polícia Civil apreende 250 microsselos de nova droga sintética no DF

O próprio traficante, de apenas 18 anos, afirmou desconhecer a verdadeira fórmula do entorpecente. Suspeita é que material venha da Europa

DIVULGAÇÃO/PCDF

A Polícia Civil do Distrito Federal descobriu uma nova droga sintética com efeitos alucinógenos. Um jovem de 18 anos foi preso com 250 microsselos do entorpecente. O flagrante ocorreu no Conic, área central de Brasília. As investigações apontam que o suspeito fazia a venda da droga por meio de um aplicativo de celular.

Inicialmente, os policiais da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord) pensavam se tratava de LSD. Entretanto, os peritos do Instituto de Criminalística (IC) descobriram que era um novo entorpecente, recém-lançado nas ruas, cujo o nome ainda não foi divulgado pela corporação.

O próprio traficante também desconhecia a verdadeira fórmula da droga, que seria revendida por R$ 1,6 mil. “Se trata de uma droga nova que está sendo comercializada como LSD ou MDMA. Ela, inclusive, ainda não foi incluída na lista de entorpecentes do Ministério da Saúde”, disse o delegado Luiz Henrique Sampaio.

A polícia está atrás de quem está trazendo essa droga para o Brasil. Ha indícios de que ela seja produzida na Europa. “Os selos vêm por avião. É relativamente fácil transportar esse produto. Já os compridos podem vir até mesmo de navio. Cada selo é comercializado por R$ 15. Nas festas, pode ser vendido por até R$ 50”, explicou o delegado.

A pena para o tráfico de drogas é de 5 a 15 anos de prisão. Neste caso, como se trata de medicamento, a pena aumenta e vai de 10 a 15 anos. De acordo com o delegado, traficantes estão usando o artifício de alterar fórmulas de entorpecentes para fugir do enquadramento criminal.

Fonte: Metrópoles

Assédio no ônibus

Assédio no ônibus/metrô, agora é crime, e pode dar até cinco anos de prisão


Importunação sexual e divulgação de cenas de estupro agora são crimes. É o que prevê a Lei 13.718/18, sancionada nesta segunda-feira (24) pela Presidência da República.

O crime de importunação sexual é caracterizado pela realização de ato libidinoso na presença de alguém e sem sua anuência. O caso mais comum é o assédio sofrido por mulheres em meios de transporte coletivo, como ônibus e metrô. Antes, isso era considerado apenas uma contravenção penal, com pena de multa. Agora, quem praticá-lo poderá pegar de 1 a 5 anos de prisão.

Site: http://www2.camara.leg.br

‘Golpe do motoboy’ é o crime da moda para fraudar cartão de crédito


Atualmente, uma força-tarefa envolvendo policiais e promotores de justiça tenta levantar a origem desses ataques.

Há dois meses, a empresária Fátima Vilani recebeu uma ligação de seu banco sobre uma suposta compra realizada com cartão de crédito na cidade de Campinas (SP). Não reconheceu o pagamento e foi orientada pelo atendente a entrar em contato com a instituição financeira. Fátima ligou para o número localizado na parte de trás do cartão, ouviu a música de espera do banco, falou com um funcionário e aceitou a oferta de entregar o cartão ao motoboy para uma averiguação.

No dia seguinte, Fátima descobriu que a compra nunca aconteceu. Que não havia telefonado para o banco. Que o motoboy não levou o cartão para a investigação. E que o prejuízo disso tudo superava R$ 80 mil.

Ela caiu no ‘golpe do motoboy’, crime de engenharia social, como são chamados os casos de manipulação psicológica das vítimas por estelionatários. É o golpe da moda, segundo a Polícia Civil, o Ministério Público e os bancos – mas apenas um entre as diversas modalidades de fraudes que envolvem cartões de crédito.

“Hoje, o cartão de crédito é a principal porta de entrada para os casos de fraudes envolvendo nossos clientes”, afirma o superintende de prevenção a fraude do Itaú Unibanco, Ricardo Lima. O banco, recentemente, iniciou uma campanha justamente para alertar os clientes sobre o ‘golpe do motoboy’. Um vídeo disseminado pelo WhatsApp explica o crime e diz que o banco não solicita senhas e não pede cartões de seus clientes.

“Quem cai nesse golpe geralmente fica espantado com o nível de detalhamento dos bandidos. Eles têm informações sobre a vítima, após monitoramento de redes sociais, e geralmente desviam a linha de telefone no instante do golpe para que a ligação caia exatamente no número dos golpistas”, afirma o delegado José Mariano de Araújo Filho, titular da delegacia de crimes cibernéticos da Polícia Civil de São Paulo.

“A pessoa com quem conversei possuía todo conhecimento do sistema de cartões. Era impossível perceber que se tratava de um golpe”, conta a empresária. “Fui parar no hospital. Eram R$ 84 mil. Não conseguia dormir”, conta. Fátima Vilani só recuperou o dinheiro 20 dias depois. A seguradora pagou uma parte do prejuízo e a agência, onde é cliente há 27 anos, assumiu a outra parcela.

Bancos de dados
Lima, do Itaú, lembra no entanto que golpes como o aplicado na empresária representam a minoria dos casos de fraudes do setor. “A gente fez esse vídeo para alertar as pessoas sobre a dinâmica desse golpe, mas os crimes de engenharia social são apenas 5% dos casos que captamos aqui na instituição”, diz.

O promotor de Justiça do MP-DF e presidente do Instituto Brasileiro de Direito Digital, Frederico Meinberg Ceroy, destaca que a maioria das fraudes tem origem nos roubos de banco de dados de empresas.

“Um vazamento de bancos de dados expõe dados de milhares de consumidores. Isso depois é vendido no mercado paralelo da internet e vai alimentar milhares de fraudes no e-commerce”, conta Ceroy.

Atualmente, uma força-tarefa envolvendo policiais e promotores de justiça tenta levantar a origem desses ataques. Uma das linhas de investigação trabalha com o envolvimento de colaboradores dentro de bancos, companhias telefônicas e centros de processamento de dados de varejistas que facilitariam o acesso a informações por parte de estelionatários.

“Existem ainda bancos de dados que são frágeis e os hackers invadem sem muita dificuldade”, diz uma fonte do setor, em condição de anonimato. As informações são do jornal

Site: https://www.correiobraziliense.com.br

Presidente interino da república, Toffoli sanciona lei…..

Pela lei sancionada, fica caracterizada importunação sexual o ato libidinoso praticado contra alguém, e sem a autorização, a fim de satisfazer desejo próprio ou de terceiro. A pena prevista é de um a cinco anos de cadeia.

A proposta ganhou força quando foram registrados casos de homens que se masturbaram e ejacularam em mulheres em ônibus. Um dos episódios de maior repercussão ocorreu em São Paulo.

O texto sancionado também torna crime a divulgação, por qualquer meio, vídeo e foto de cena de sexo ou nudez ou pornografia sem o consentimento da vítima, além da divulgação de cenas de estupro.

A lei aumenta a pena em até dois terços se o crime for praticado por pessoa que mantém ou tenha mantido relação íntima afetiva com a vítima, como namorado, namorada, marido ou esposa. A intenção é evitar casos conhecidos como pornografia de vingança.

Fonte: https://g1.globo.com/politica/noticia/2018/09/24/presidente-interino-da-republica-toffoli-sanciona-lei-que-torna-crime-importunacao-sexual.ghtml