Dia das mães

Caríssimas Mães Encantadas e Encantadoras, Falar DE vocês é como ensaiar uma grande história, Falar PARA vocês é construir a mais bela história… De fato, quando “Deus te imaginou, te desenhou”…fez de cada traço, uma poesia, uma virtude… Viver mutilada, sem o meu pedaço mais precioso, recebendo no dia a dia, de cada uma de vocês, um pedacinho dos seus corações em forma de carinho, tolerância e generosa escuta, me possibilita VIVER, preciosas amigas… Vocês tem idéia do que isso significa???? Sendo assim, chamo-lhes a atenção para o tamanho do AMOR DE MÃE que habita seus seres…Incomensurável! Inconfundível! Inimaginável! Não há com o que se comparar… E é em nome desse AMOR que nesse próximo domingo, quero dedicar minha oração matinal…nascendo com a luz dos raios do sol, desejando que ele aqueça e ilumine os seus corações, na certeza de que vocês representam o maior e o melhor presente dessa existência. Á vocês, o meu carinho, o meu respeito e o meu beijo sincero de profunda gratidão, Cristina Del’Isola.

2 anos Sem Cleyde

2 Anos Sem Cleyde – Homenagem

Dia 5 de Setembro (domingo)
Horário: 11h.
Largo da 2º Feira – Tijuca (Rio de Janeiro – RJ)

Estaremos neste próximo domingo dia 5 de Setembro, distribuindo e colocando rosas na estátua em que Cleyde foi homenageada no Largo da 2º Feira.
Participe!

Santiago – Pai de Gabriela.

visite o site: www.gabrielasoudapaz.org

Participe da Comunidade oficial no Orkut
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=52838048

Flagrante no Sudoeste

CORREIO BRAZILIENSE – 29/09/2010

PEDOFILIA

Auditor da Previdência Social é preso em seu apartamento na Quadra 300. Duas irmãs de 11 e 16 anos estavam com ele. A mãe das adolescentes trabalhava como faxineira na casa do acusado

  • Ariadne Sakkis
  • Fotos: Gustavo Moreno/CB/D.A Pres

Samuel Neto negou as acusações: “Gente, pra que tudo isso?”, questionou

Um auditor fiscal da Previdência Social foi preso ontem em flagrante por pedofilia. Samuel Neto, 63 anos, foi encontrado por policiais civis com duas adolescentes, irmãs, com idades de 11 e 16 anos, em seu apartamento no Sudoeste. Neto já era alvo de uma denúncia de pedofilia feita à Polícia Federal há pouco tempo. Apesar de o autor negar as acusações, as irmãs revelaram, em entrevista na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), que mantinham relações com o homem havia 3 anos. A mãe das meninas trabalhava como faxineira na casa do acusado.

O flagrante aconteceu graças à denúncia de um funcionário do bloco onde o suposto pedófilo mora. Poucas semanas antes, o servidor havia sido procurado por um policial federal que explicou a investigação e deixou um telefone para que ele entrasse em contato caso visse Neto levando menores para casa. Ontem, ante o insucesso de contatar o agente federal, o funcionário recorreu a um policial civil que também mora no prédio, que executou o flagrante.

Ao entrarem no apartamento, os agentes encontraram a menina mais nova deitada em um colchão no chão da sala. “Ela usava um vestido, mas os seios e a calcinha estavam à mostra”, detalha a delegada-assistente da DPCA, Alessandra Figueiredo. A jovem de 16 anos estava no quarto e trajava um top e um roupão. Na delegacia, em um primeiro momento, as jovens negaram qualquer envolvimento sexual com Neto. “Elas estavam muito assustadas e nervosas”, descreveu a delegada. Mas, depois de 50 minutos de entrevista com uma agente com formação em psicologia, as irmãs reconheceram que houve abusos. Mais grave ainda: eles já duravam três anos. “A mais nova, de 11 anos, disse ter sido abusada na madrugada de sábado, por volta de 1h”, afirma a delegada. Elas passaram por exames de corpo de delito no Instituto Médico Legal.

Há três anos, Neto conheceu a jovem mais velha, que vendia balas na Rodoviária do Plano Piloto, apesar de viver em Céu Azul (GO), a cerca de 40 km de Brasília. “O modus operandi dele era tentar aproximação com meninas pobres. Ele paga um lanche, oferece uma carona, dá presentes. Vai aliciando a criança, se mostrando confiável”, descreve Figueiredo. Em pouco tempo, a irmã mais velha apresentou a caçula, que à época tinha 8 anos, ao auditor. O envolvimento com as duas foi tão grande que Neto conheceu a família das jovens e a mãe passou a trabalhar para ele como faxineira. Os pais serão chamados para depôr para diagnosticar o nível de conhecimento da parte deles a respeito da relação entre as filhas e o homem de 63 anos. As vítimas alegam que os pais nada sabiam a respeito dos abusos.

Segundo o relato das vítimas, na sexta-feira Neto marcou, por telefone, um encontro com as duas. O auditor as buscou na Rodoviária e, em seguida, foi com elas a um shopping e comprou presentes como um secador, uma chapinha e outros produtos para cabelo. Os três terminaram a noite no apartamento de Neto, na quadra 300 do Sudoeste. Após a prisão, os agentes vasculharam o local em busca de material pornográfico com conteúdo de pedofilia. Surpreendentemente, o auditor não possuía computadores em casa. Foram encontradas fotos das meninas no apartamento, mas nenhuma em que elas estivessem nuas. Porém, um retrato mostra a menor das irmãs com um copo de cerveja na mão. Além de fotos, um celular e uma câmera fotográfica foram apreendidos.

Desentendido

Apesar do flagrante e do depoimento das adolescentes, o auditor, que vivia sozinho desde o divórcio, há 15 anos, não assumiu praticar pedofilia. “Gente, pra que tudo isso? Não estou entendendo o que está acontecendo”, questionou Samuel Neto, enquanto tentava esconder o rosto ao ser apresentado à imprensa na DPCA. Ele não tem passagens pela polícia, mas a Polícia Militar investiga uma ocorrência aberta contra ele devido às suspeitas que levantou ao ser parado por policiais a caminho de Céu Azul com o carro cheio de crianças.

Por enquanto, o auditor está preso na carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE), mas será transferido para a Papuda amanhã. Ele será indiciado por estupro de vulnerável, com pena de 8 a 15 anos, pelo flagrante com a menina de 11 anos. “Um inquérito policial será aberto para investigar se ele abusou de outras crianças. O abuso à irmã mais velha também será levado à Justiça”, conclui a delegada Alessandra Figueiredo.

MEMÓRIA

Novo caso no bairro

Este é o segundo caso de flagrantes de abusos contra crianças e adolescentes registrado no Sudoeste. No último dia 21, o fotógrafo de festas infantis Luiz Fernando Corrêa Andrade, 22 anos, foi preso por estuprar uma criança em seu estúdio, na Quadra 303. O acusado trabalhava em parceria com várias empresas organizadoras de eventos e também fazia fotos de meninos e meninas em sua sala comercial. O flagrante ocorreu depois que ele abusou sexualmente de uma garota de sete anos, que posava em seu estúdio. A vítima relatou o fato à mãe, que aguardava do lado de fora da sala e chamou a polícia. Os agentes encontraram cerca de 120 fotos pornográficas de crianças no computador do fotógrafo, que já tinha outros dois processos por abuso sexual de crianças.

Bolsistas da SEDEST se Preparam para Doar Sangue

Bolsistas da Bolsa Universitária 70% da SEDEST que dão contrapartida no final de semana, participarão, neste dia 07/08, de 8h às 18h, de palestra sobre doação de sangue e responsabilidade do doador realizada pelo Hemocentro de Brasília, no CTC, no Guará. Na palestra, os universitários também saberão que alimentos ingerir na véspera do dia da doação. E seguindo umcalendário que começa dia 14/07 e se estende até dia 04/09, os alunos interessados poderão doar sangue. São quinhentos e vinte bolsistas que trabalham no final de semana e que sempre procuram participar de atividades que envolvam a solidariedade, inclusive estão arrecadando vasilhames para guardar leite materno para os hospitais públicos do Distrito Federal.

Segundo a bolsista do 3º semestre do curso de Administração, Eliana Bispo a ideia é ótima, pois possibilita aos universitários conhecer e dirimir todas as dúvidas do processo de doação de sangue. ”É importante todos nós darmos nossa contribuição para a sociedade. Esta palestra vai esclarecer como devemos nos preparar para a doação,” afirma Eliana.

Álcool gera violência


O drama de Adriano ganha visibilidade graças à posição que ocupa no esporte mundial. Ídolo do futebol, o Imperador tem protagonizado tristes episódios de violência. A mais recente ocorreu na Favela Vila Cruzeiro, no Rio. Briga com a namorada tornou-se caso de polícia. Ao voltar ao Flamengo depois de 11 dias de falta aos treinos, confessou à presidenta Patrícia Amorim que precisava de ajuda. A razão: dependência de álcool.

Não é de hoje que se chama a atenção para os riscos do álcool. A droga é combustível para a violência. Apesar do perigo que representa, porém, é socialmente aceita. Em família, não há mal em abusar de vinho, cerveja, vodca ou cachaça. É comum pais permitirem que filhos “provem” a bebida. A publicidade recorre a astros e estrelas da televisão, da música ou do esporte para divulgar as vantagens de beber. O glamour e o sucesso são a tônica. Advertência para consumir com moderação tropeça na subjetividade. O significado do substantivo para uns não é o mesmo para outros.

O alcoolismo, apontado pelo Ministério da Saúde como um dos principais responsáveis pelos óbitos decorrentes de doenças do aparelho circulatório, associa-se a histórias de violência. O trânsito serve de exemplo. Tragédias do asfalto se devem muito mais a falhas humanas que mecânicas. Buraco nas estradas, má sinalização, falta de acostamentos são menos culpados do que se alardeia. A questão é mundial. Nos Estados Unidos e em países da União Europeia, cerca de 40% dos acidentes envolvem alguém alcoolizado — pedestre ou motorista. Nos fins de semana, o índice dispara.

No Brasil faltam pesquisas definitivas. Mas estima-se percentual semelhante. Associar álcool e direção acarreta três problemas. Um deles: o motorista perde o reflexo. Reagir tardiamente aumenta o risco de acidente. A 60km, a demora de um segundo permite que o carro ande 17m. Outro: a pessoa muda o comportamento. Sobretudo negligencia perigos. Atenção e limite de velocidade perdem importância. O último mas não menos importante: o bêbado tem menos chance de sobrevivência — ou porque o organismo reage mal aos medicamentos, ou porque o indivíduo relaxa no papel de autoajuda.

A violência familiar, como prova Adriano, tem também estreita relação com o álcool. Pesquisas provam que agressões ocorrem três vezes mais em casas onde a bebida está presente. Em 83% das ocorrências registradas, a bebida é o principal motivo da barbárie porque rebaixa a crítica e aumenta a agressividade. Impõe-se esclarecer a população para o perigo da droga social. Campanhas de esclarecimento devem ganhar espaço crescente na mídia. Escolas, igrejas, clubes sociais e de serviços precisam empenhar-se na luta contra a banalização do mal que destrói famílias e ceifa vidas.

Mulheres à deriva

Danielle Martins Silva
Dario Jardim Cruvinel
Mariana Fernandes Távora
Tiago Alves de Figueirêdo
Promotores de Justiça
Chico Buarque, com singular sensibilidade para a leitura da alma feminina, brindou a MPB enaltecendo as qualidades do amor de Lúcia, personagem da Ópera do malandro: um homem de jeito manso, que roubava os sentidos e violava os ouvidos da mulher amada com segredos e delicadezas infinitas.

No entanto, outras tantas Carolinas, Cecílias e Joanas brasileiras, menos afortunadas, têm os corpos e almas violados pelos parceiros, com uma brutalidade que tem por objetivo roubar-lhes a dignidade, a integridade física, a altivez e a capacidade de reação. Isso quando não lhes rouba a vida.

O STJ decidiu, em 24/2/10, que, em casos de violência doméstica, é preciso manifestação da mulher agredida para que o agressor seja punido. A mensagem foi clara: a família, para o Judiciário brasileiro, deve preservar-se a qualquer custo, mesmo que às expensas das mulheres agredidas e já quebrantadas em sua vontade e dos filhos constantemente expostos à violência.

É certo que a questão da violência doméstica é por demais complexa para ser reduzida a temas exclusivamente jurídicos, e o direito penal está longe de ser a panaceia dos males sociais. No entanto, continua a ser um instrumento de tutela imediata de bens muito caros ao direito, como a vida, a dignidade e a integridade física das pessoas. A Lei Maria da Penha, em grande parte ultrajada pela decisão do STJ, trouxe um leque de opções de atuação estatal em favor da mulher, tais como a possibilidade de decretar a prisão preventiva do agressor e deferir medidas protetivas, desonerando as vítimas da difícil decisão de processar ou não os algozes companheiros.

A decisão do STJ implica negativa de acesso à Justiça a grande contingente de mulheres vítimas de violência doméstica. É provável que se esteja vivendo a maior discriminação institucionalizada da história democrática brasileira, pois a não atribuição ou a supressão de direitos, por parte das instâncias formais de controle social, é uma das formas de negar visibilidade a determinado grupo, de negar-lhe poder.

Na violência doméstica, há crenças no sentido de que as mulheres agredidas vivem sempre sob a dependência econômica dos companheiros, ou que a violência ocorre por causa do consumo de álcool, quando esse é apenas catalisador de comportamentos, não seu determinante. Há crenças também no sentido de que as mulheres gostam ou merecem apanhar (porque provocam os agressores). Enfim, há uma série de verdades de senso comum muito difíceis de serem desconstruídas por trás desse fenômeno tão corriqueiro em todo o mundo, em todas as classes sociais, sob uma matriz comum: a crença de que um gênero (masculino) é superior a outro (feminino).

Quando a relação não é de igualdade, mas de superioridade, não há amor, não há troca, não há crescimento. Sem igualdade, o ser é apenas uma fração do que poderia ser, porque será apenas aquilo que alguém dele espera e exige (obediência e submissão). Como acreditar no amor construído sob a égide da submissão e da violência (física ou psíquica), a pior face da desigualdade?

A felicidade nesses termos é algo bastante questionável. Não haveria problema caso o direito jamais tivesse que se ocupar do que se passa no interior da uma família construída sobre essas bases, pois cada um vive a felicidade possível. Porém, uma vez noticiada a agressão, o que resta aos agentes públicos e políticos? Dizer que a “harmonia familiar”, que a felicidade deve ser preservada? Que cabe apenas à mãe decidir se os filhos continuam ou não a ser espectadores da violência no lar?

Argumenta-se que não se pode retirar da mulher o poder de escolha entre punir ou não o agressor. Interessante observar que sempre que o Estado circunscreve um grupo inferiorizado socialmente a uma determinada gama de direitos (e não a todos eles), a pretexto de respeitar a autonomia desse grupo, o faz para garantir que ele permaneça apático e controlado. A autonomia dos judeus, após serem confinados nos guetos, por exemplo, era respeitada na Alemanha nazista.

Resta aos esperançosos e aos irresignados a crença na sabedoria de Norberto Bobbio, notabilizada pelo estudo da história das sociedades, de sua política e seu direito: “Precisamente porque esses preconceitos interpostos entre o homem e a mulher dizem respeito à metade do gênero humano e não apenas a pequenas minorias, é de considerar que o movimento pela emancipação das mulheres e pela conquista, por elas, da paridade de direitos e condições, seja a maior – eu estaria mesmo tentado a dizer a única – revolução do nosso tempo”.

Pinceladas

Por Jane Godoy
Com Sophia Wainer
janegodoy.df@dabr.com.br

du Gomes/CB/D.A Press – 15/4/09

· A educadora Cristina Del’Isola (foto), mãe da saudosa Maria Cláudia, será homenageada hoje, às 15h na Biblioteca Demonstrativa de Brasília pelo Dia Internacional da Mulher. Cristina desenvolve um importante trabalho solidário, com a criação de um movimento, com ajuda de familiares e amigos, que batizou Maria Cláudia pela paz. A homenagem coincide com o recomeço das atividades do Grupo de Atualização da Mulher.

O desfile das lembranças

“Maria Cláudia não está mais entre nós com seu sorriso encantador, mas permanecerá em nossos corações em memória”. É com essa afirmação cheia de esperança que a família Del’Isola e os amigos mantêm e alimentam o movimento Maria Cláudia pela Paz. Ontem foi realizado no Instituto Nossa Senhora da Piedade, no Lago Sul, um desfile beneficente com bingo organizado pelo movimento. O principal objetivo foi angariar recursos para a reforma de dois refeitórios da instituição que serviu como sede do evento e um espaço da creche Santo Aníbal, localizada no  polo de Moda do Guará.ADESÃO TOTAL Cristina Del’Isola, a mãe de Maria Cláudia, fez as honras como mestre de cerimônias durante todo o evento. “Nesta segunda edição do nosso desfile anual, uma mensagem de amor precisa ser lembrada”, afirmo.”Qualquer luto pode sim, ser transformado em luta”, completou a educadora no discurso que deu início às atividades.A expectativa de receber 400 pessoas foi facilmente alcançada. Todos os convites foram vendidos e dentre os presentes estavam o deputa do federal Laerte Bessa (PMDB-DF), Wilma Pereira, a mãe do vice-governador Paulo Octávio e a socialite brasiliense Natanry Osório. Toda a comida e bebida servidas durante a festa foram doadas por empresários da cidade solidários à luta dos Del’Isola. Os 18 prêmios sorteados durante o bingo foram adquiridos da mesma forma. Dentre eles estavam obras de arte de artistas locais, bijuterias finas, jantares para casais em restaurantes e pacotes de fim de semana em hotéis de luxo.As roupas desfiladas foram segmentada sem coleções casuais, de festa e jeans. Jovens e senhoras desfilaram as peças. FORÇA COLETIVA Criado no dia 8 de março de2005, logo após a morte da estudante,o movimento Maria Cláudia pela Paz reúne voluntários engajados em praticar todo tipo de ação solidária sempre cheios de vontade de fazer o bem ao próximo. Transformado em uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) em 2007,o movimento é coordenado por Marta Panuzzo, mas acompanhado de perto pelos pais da jovem. FOTOS: ANDRESSA ANHOLETE Desfile de modelos no Instituto Maria Cláudia da Paz serviu para angariar fundos para obras sociais A jovem Maria Cláudia Siqueira Del’Isola, a Tatinha, teve sua vida encerrada em 9 de dezembro de 2004por um violento crime que chocou a comunidade brasiliense. Coma penas 19 anos, a estudante cursava as faculdades de pedagogia e psicologia,e morava com os pais, o educador Marco Antônio, a psicopedagoga Cristina Maria Del’Isola e a irmã mais velha, Maria Fernanda,no Lago Sul.Ao longo de três dias, os Del’Isola acreditaram que amoça havia desaparecido e seu paradeiro era desconhecido. Foi apenas em 12de dezembro que a verdade veio à tona. A jovem havia sido vítima do caseiro Bernardino do Espírito Santo Filho, 35 anos, e da mulher dele, a cozinheira Adriana de Jesus Santos, 26anos.Em 2007, os réus foram levados a júri popular.Bernardino foi condenado a65 anos de prisão e Adriana,a 58 anos de detenção.Marco Antônio, pai de Maria Cláudia, ao lado da filha Maria Fernanda: luto da esperança e saudades”A ideia de criar esse grupo foi amaneira que minha família e os amigos da Maria Cláudia encontraram de reunir forças. Hoje são realizadas inúmeras ações ao longo do ano, sendo duas de grande porte”,explicou o pai da jovem, o educador Marco Antônio Del’Isola.Todo mês, sempre no dia 9voluntários e familiares se reúnem na residência da família para orar em um altar criado próximo ao jardim de inverno onde o corpo de Maria Cláudia foi tristemente encontrado.

Sarah Dall’Ortosarah. campo@ jornaldebrasilia. com. br