Marido que atirou no rosto da mulher grávida é preso

Hugo Ferreira dos Santos cumpria pena, em regime aberto, e foi detido quatro dias após o crime. Bebê nasceu prematuro

Está atrás das grades o homem acusado de atirar contra o rosto da própria companheira no Setor de Mansões de Sobradinho II. Hugo Ferreira dos Santos, 24 anos, fugiu após a tentativa de feminicídio, ocorrida em 12 de agosto. O bebê nasceu prematuro e a mulher precisou ser internada.

A prisão do suspeito aconteceu na última quinta-feira (16/8). De acordo com a Polícia Civil, o acusado está recolhido na carceragem da Divisão de Controle e Custódia de Presos. Hugo já cumpria pena, em regime aberto, por outra tentativa de homicídio, além de receptação e lesões corporais.

Acionada pela reportagem do Metrópoles para uma atualização sobre o estado da mulher, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal comunicou que não pode passar informações de pacientes internados na rede hospitalar.

Com o projétil alojado na boca, a vítima, que estava na 39ª semana de gravidez, foi submetida a dois procedimentos cirúrgicos no Hospital Regional de Sobradinho (HRS), na segunda-feira (13): de remoção da bala e para a realização do parto da criança.

Somente neste fim de semana, a Polícia Militar do Distrito Federal recebeu quase 100 chamados para atendimento de violência doméstica, além de mais de uma centena de casos referentes à perturbação da ordem pública (som alto residencial, comercial e em veículos).

Em algumas situações, mais de uma chamada foi registrada para a mesma ocorrência. Um dos casos chamou a atenção dos policiais: o de uma menina que ligou para a PM informando uma agressão dentro de casa. De acordo com a criança, o pai estava batendo na mãe. Os militares foram até o endereço, no Recanto das Emas.

O acusado não foi preso, pois, tão logo os PMs chegaram ao local, a mãe disse que estava “tudo bem” e teria ocorrido apenas uma discussão.

Fonte: Metrópoles

Após bullying por câncer da mãe, menina ganha bolsa e muda de escola

Grupo arrecadou uniforme e livros para ajudar na transferência. Diretora do antigo colégio disse que imagem da mãe era “agressiva”


A luta contra o câncer de Carol Venâncio Duarte, vítima de preconceito por parte da diretora do Colégio Notre Dame Brasília, na 914 Sul, onde a filha dela estudava, sensibilizou os brasilienses. A menina ganhou bolsa parcial de estudo oferecida pelo Sigma. Além disso, um grupo de mães da nova escola se mobilizou em apoio à família, arrecadando uniforme e livros.

A filha de Carol, que cursa o sexto ano do ensino fundamental, foi transferida após a mulher receber “sugestão” da freira Loiva Urban para cobrir a cabeça porque sua imagem era “agressiva à sociedade”. Depois da repercussão negativa do caso, a diretora acabou afastada de suas funções no Notre Dame.

A professora de educação física Luciana Carneiro, 46 anos, foi uma das mães que contribuiu com a ação. “Soube por um grupo de mães do Sigma que temos no WhatsApp. Fiquei sensibilizada e quis ajudar. Disponibilizei algumas peças de uniforme da minha filha. É uma situação difícil e revoltante. Uma crueldade com a criança e também com a mãe, que passa por um tratamento muito estressante e ainda precisou lidar com esse tipo de coisa”, lamenta.

Outra mãe, que pediu para não ter o nome divulgado, estava indignada com a falta de empatia por parte da freira. “Todo mundo ficou bastante comovido com a história, principalmente devido à forma desumana como Carol Venâncio foi tratada. São situações que precisam ser repensadas. Devemos nos respeitar como um todo. Tivemos a ideia, pois ficamos sentidas com o caso da Carol”, disse.

O Sigma também se manifestou. “O Centro Educacional Sigma tem compromisso com a educação. Esclarecemos que a direção da escola fez o que foi possível para que a família e a aluna fossem acolhidos no ambiente escolar. A nossa primeira intenção foi garantir que a estudante, diante do seu contexto e sua história, tivesse a possibilidade de dar continuidade aos seus estudos de forma plena, segura e tranquila”, informou a instituição, por meio de nota.

Repercussão negativa
O caso veio a público por meio de uma postagem feita pela irmã de Carol, Camila Venâncio Duarte. Segundo ela, a sobrinha passou a sofrer bullying no colégio. “Algumas crianças se afastaram dela dizendo que têm nojo devido à doença da minha irmã. Isso trouxe muito sofrimento a todos nós”, destacou Camila, pelo Facebook.

Carol, então, procurou a diretoria da escola, e a irmã Loiva sugeriu que ela usasse peruca ou chapéu, pois sua imagem era “agressiva”. Sem acreditar no ocorrido, Camila diz que foi ao colégio conversar com a diretora. “Ela me disse que a imagem da minha irmã assustava. Perguntei a quem ela assustava. Disse que a todos”, afirmou.

No desabafo feito nas redes sociais, Camila defende Carol: “Você é meu exemplo de força e coragem”. E critica a postura da irmã Loiva: “Assustador é seu ódio e preconceito. A senhora, sim, é uma agressão à sociedade, cruel, má e desumana”, afirma. Até as 18h30 dessa quarta-feira (1º/8), a postagem tinha 1,3 mil curtidas, 339 comentários e 491 compartilhamentos.

O desabafo de Camila foi feito na segunda-feira (30/7). No mesmo dia, em comunicado, a administração do Colégio Notre Dame informou que a irmã Loiva não respondia mais pela direção da escola.

Consultada, a assessoria de comunicação da instituição de ensino não quis comentar o caso, mas afirmou que a irmã está afastada e não faz mais parte do quadro de funcionários do Notre Dame Brasília.

Muito abalada, Carol não quis se pronunciar. Ela registrou ocorrência contra a ex-diretora na Polícia Civil.

Voluntários doam tempo e energia em instituições sociais do DF

Por meio do voluntariado, brasilienses doam tempo e energia e, em troca, ganham gratidão e a sensação de pertencimento à comunidade
A pediatra Tatiana Fonseca da Silva atua voluntariamente no Lar de São José, em Ceilândia: “Doar nada mais é que receber”(foto: Ed Alves/CB/D.A Press )

Você tem algumas horas livres durante o dia? Que tal doar um pouco do seu tempo, energia e talento para ajudar outras pessoas? O Correio reuniu histórias de brasilienses que decidiram se doar ao outro com amor e compaixão e encontraram no trabalho voluntário realização pessoal e felicidade. Eles usam as habilidades para transformar a vida do próximo. Em troca, recebem carinho e gratidão.

“Cada vez que uma pessoa se propõe a ajudar alguém, ela pode ter a certeza de que a primeira pessoa a ser ajudada será ela mesma. Doar nada mais é que receber.” É assim que a médica pediatra Tatiana Fonseca da Silva, 41 anos, define o trabalho no abrigo Lar de São José, que recebe crianças e adolescentes em Ceilândia.

Voluntária no local há 10 anos, ela trabalhava em um centro de saúde na cidade quando atendeu uma criança do abrigo e decidiu fazer uma visita. “Foi uma acolhida muito calorosa, e nunca mais deixei de vir. Teve, inclusive, uma época em que eu consegui liberação oficial da Secretaria de Saúde para fazer atendimento regular. Fiquei um ano vindo semanalmente”, recorda-se. A profissional oferece amparo em questões médicas que vão desde aferição de pressão e medidas até consultas completas.

O Lar de São José recebe crianças e adolescentes encaminhados pela Vara da Infância, vítimas de abuso sexual, negligência familiar, abandono ou em situação de rua. A coordenadora técnica do abrigo, Ana Lúcia Antunes, trabalha no local há oito anos e conta que só conseguem realizar o trabalho graças aos voluntários. “Muitos não tinham costume de frequentar a escola, e é uma luta diária fazer com que eles assistam às aulas”, explica. Ela afirma que um dos motivos é a dificuldade na alfabetização.

Segundo Ana Lúcia, as crianças sentem faltam de pessoas que frequentem o abrigo apenas para brincar ou passar um tempo com elas, dando atenção, como faz Vinícius José de Carvalho, 25 anos. O médico veterinário conheceu o local por meio de um projeto da escola em que estudou. Logo se apaixonou e ofereceu ajuda. “Sábado de manhã é complicado. Às vezes, meus amigos saem e eu recuso para poder acordar cedo e vir. E acaba sendo muito gratificante, eu chego em casa querendo voltar para cá.”

“A gente precisa muito de ajuda e, quando alguém vem, eu fico muito feliz”, conta Igor (nome fictício), 15 anos, no abrigo há quatro anos. Ele relata que gosta de artesanato, mas o lar ainda não tem um voluntário para ensinar. “Seria legal se alguém viesse ensinar arte, ou um professor de dança”, sugere.

Superação

A bancária Karina Marques Bandeira, 32, conseguiu forças para superar um problema pessoal ajudando pessoas que precisavam. “Eu percebi que o meu problema não era nada diante de tantos outros que estavam abandonadas em abrigos e, ainda assim, conseguiam me passar amor”, conta. A moradora do Guará participa de campanhas da empresa, leva doações e faz visitas frequentes ao Lar Bom Samaritano de Águas Lindas e ao Abrigo dos Excepcionais de Ceilândia (AEC), além de levar música com o coral Tutti Choir. “Quando cantamos para elas, percebo o brilho no olho e vejo que a música tocou no interior”, admira Karina.

Isabela Messeder Fialho, 21, perdeu o movimento das pernas após dois erros médicos, em 2016, e encontrou nos chocolates uma forma de ajudar o próximo. A estudante de publicidade e de comunicação organizacional ficou cinco meses internada e, quando voltou para casa, começou a fazer bombons para presentear, em forma de agradecimento a quem a visitasse.

“Como fez sucesso, comecei a fazer para vender e, depois, meu irmão sugeriu que usássemos isso para ajudar as pessoas”, conta a jovem, que queria contribuir com uma instituição que oferecesse auxílio a pessoas que passavam pelo mesmo problema que ela. Foi assim que Isabela encontrou o Abrigo dos Excepcionais, e já arrecadou R$ 1,5 mil para a instituição em Ceilândia.

* Estagiária sob supervisão de Mariana Niederauer

Como ajudar

Existem diversas instituições espalhadas pelo DF. Confira algumas que precisam de ajuda:

Abrigo dos Excepcionais de Ceilândia (AEC)

» Fornece auxílio médico e social, além de promover atividades para pessoas com algum tipo de deficiência. A instituição atualmente precisa de voluntários da área da saúde e de pessoas que possam realizar trabalhos braçais, como pedreiros, eletricistas e bombeiro hidráulico. Interessados podem entrar em contato com a equipe psicossocial pelo telefone 3585-1905 ou por e-mail: abrigoaec@gmail.com.

Abrigo Lar de São José

» É uma entidade de acolhimento que recebe crianças e adolescentes de 0 a 18 anos encaminhados pela Vara da Infância. Profissionais da educação ou aqueles que têm facilidade em algum assunto podem se voluntariar para auxiliar nas tarefas e no acompanhamento escolar das crianças. Além disso, qualquer pessoa que deseja prestar qualquer serviço ou momento de lazer com os abrigados pode agendar uma visita pelo 3491-0265 ou lardesaojose@hotmail.com.

Associação Santos Inocentes

» A casa oferece apoio a grávidas e recém-nascidos em situação de risco, em Samambaia. Informações pelo telefone 3359-2867.

Associação Casa Santo André

» Atende pessoas em situação de rua, oferecendo apoio em diversas áreas. A entidade conta com uma padaria industrial e precisa de voluntários para dar curso de especialização em padaria de forma gratuita. Recebe pessoas dispostas a ajudar em qualquer área. Interessados devem entrar em contato pelo 3327-9390.

Fonte: www.correiobraziliense.com.br

Pensando em sustentabilidade, indústria busca opções ao canudo de plástico

Enquanto as propostas não viram lei, iniciativas individuais e de empresas contribuem para a mudança de comportamento dos consumidores

Banidos na cidade do Rio de Janeiro, os canudinhos podem estar também com os dias contados no restante do país. Projetos de lei em tramitação na Câmara dos Deputados preveem a proibição de uso, fabricação e comercialização dos tubinhos de plástico em todo o território nacional. Todos estão em discussão na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Com exceção de um deles, o PL 10.345, que dispõe sobre a diminuição gradativa, os outros determinam a proibição do fornecimento, venda, compra e disponibilização de canudos plásticos.

Na Câmara de BH, há duas proposições. O Projeto de Lei 614/2018, do vereador Elvis Côrtes (PHS) está sendo apreciado pela Comissão de Legislação e Justiça. Em fase mais avançada, o PL 557/2018, do parlamentar Jorge Santos (PRB), está pronto para ir a plenário. Ele obriga os estabelecimentos a fornecer canudos de papel biodegradável, reciclável e/ou reutilizável. Aos infratores, prevê como punição advertência escrita, multa que dobra na reincidência e cassação do alvará.
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Enquanto as propostas não viram lei em BH, iniciativas individuais e de empresas contribuem para a mudança de comportamento dos consumidores na capital. A empresária Júnia Quick, por exemplo, decidiu que a partir de hoje em seus estabelecimentos de alimentação natural, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, canudos plásticos saem de cena para dar lugar aos biodegradáveis. Por enquanto, o fornecedor é de São Paulo. Mas, ela conta que já percebe um movimento por parte de empresas interessadas em vender o produto ecologicamente correto e, de outro lado, de lojas que querem mudar o que têm oferecido aos clientes. “O preço é bem mais alto, mas se justifica e não impacta no negócio”, relata a dona do Néctar da Serra.

“Já tinha esse desejo, e estamos sempre envolvidos com tudo o que diz respeito a reciclagem, fazendo o que podemos. O foco no canudinho é um início de conscientização contra o uso excessivo de plásticos e embalagens”, afirma. A empresária Renata Malloy Dias, de 42 anos, gostou da novidade. “Às vezes, você toma dois sucos e vêm dois canudos. Devolvo sempre o segundo. Fico satisfeita com a iniciativa, pois é algo que me aflige pessoalmente”, diz.

Mercado

No Mercado Central, um dos pontos de comércio mais tradicionais da capital mineira, os canudinhos de plástico estão por todos os lados. Dono da Lanchonete Palhares, Júlio César Palhares diz que gasta cerca de 500 por semana. Apesar de ser favorável às mudanças, ele considera adotar novos modelos apenas mediante lei municipal ou uma diretiva do mercado. “Tudo o que traz malefício ao meio ambiente tem que acabar. Não é um produto de necessidade para a maioria das pessoas”, afirma. A salgadeira Ana Maria Silva, de 61, lancha no mercado sempre que vai às compras. “A gente pega porque vê, mas os canudos deveriam ser abolidos”, diz.

Algo que já fez a Escola Casa Fundamental, no Bairro Castelo, na Região da Pampulha, onde canudos, simplesmente, não existem. “As crianças mais novinhas, que chegam com dependência de copo com canudo ou bico, se acostumam rapidamente”, relata. “Fazemos escolhas conscientes na escola, desde uma alimentação orgânica até não usar o canudinho. Ensinamos às crianças que as escolhas que fazem têm repercussão no mundo”, diz Maria Carolina Mariano, diretora da escola.

Fonte: www.correiobraziliensecom.br

Agosto começa com seca, mas pode trazer chuva na primeira quinzena

Segundo o Inmet, o mês de agosto tende a ter temperaturas altas e umidades baixas, mas isso não descarta a chance de chuva nos primeiros quinze dias

Sol forte e seca devem marcar o mês de agosto em Brasília, mas chuvas não são descartadas (foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

Quem já está acostumado com o clima de Brasília sabe que em agosto a seca castiga. Neste mês, predomina a baixa umidade, provocada pela massa de ar seco que fica sobre a região, e as chances de chuva surgem como uma esperança. Segundo Mamedes Luiz, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o mês que se inicia nesta quarta-feira (1º/8) será exatamente assim, com uma possibilidade pequena do brasiliense ver chuva na capital, mas existente.

Os primeiros dias de agosto são os mais propícios para essa chance de que a umidade suba: “Neste mês podem acontecer pancadas de chuva na primeira quinzena, com uma chance de até 20% de que isso aconteça nesta primeira semana, até sexta-feira. Amanhã pode ser que já aumente um pouco a umidade”, explicou Mamedes. Mas esta quarta-feira não anima os que esperam a chuva.

A máxima na capital será de 31ºC, com umidade relativa do ar chegando 20% no momento mais crítico do dia. Com mínima de 8ºC e umidade com pico de 90%, entre a madrugada e a manhã, o DF começou o mês de agosto sem muito frio. “Geralmente agosto é assim, com temperatura subindo e umidade abaixando”, concluiu o meteorologista.

De olho no metabolismo

Tantas variações nas temperaturas fazem com que seja sorte passar pelo inverno do DF sem “ganhar” ao menos uma gripe. Pelo começo da manhã, temperaturas baixas e ambientes fechados são aliados dos vírus e bactérias. Pela tarde, a baixa umidade deixa o tempo seco e castiga os brasilienses. Mas o que poucos sabem é que uma boa dieta pode ajudar a manter a saúde nestes dias.

Primeiro é preciso compreender o que acontece com nosso corpo neste período. E a nutricionista Nina Camargo explica: “Durante o inverno, nosso organismo busca manter a sua temperatura, entre 36ºC e 37,5ºC. Para isso, o metabolismo fica acelerado, queimando mais calorias para produzir mais calor, podendo aumentar a necessidade calórica do nosso corpo”. Essa mudança faz com que a procura por alimentos mais calóricos aumente, o que não é saudável em estação nenhuma.

A seca e as altas temperaturas das tardes também prejudicam, porque afastam as pessoas dos exercícios físicos, ideias para uma boa saúde. Mas é possível encontrar na dieta uma saída para esses problemas. “Os alimentos ricos em vitamina C são ótimas opções para o consumo no inverno, já que eles auxiliam na melhora da imunidade. Entre as frutas, há várias opções, como laranja lima, laranja pera, acerola, mexerica e morango. O alho e a cebola são ótimos aliados para a melhora do sistema imunológico e funcionam como antibióticos naturais.”

Apesar de não existir uma fórmula exata para minimizar os problemas deste inverno seco da capital, Nina diz ainda que, além de se manter hidratado, a boa alimentação aliada a práticas de atividade física e boas noites de sono são essenciais. Outra dica da nutricionista está nos chás, que podem ser grandes parceiros nas noites em que a sensação térmica caia, ajudando a manter a hidratação com água e sucos feita ao longo do dia.

Fonte: www.correiobraziliense.com.br

ESTA É QUE VALE Secretaria de Educação do DF é autorizada a abrir nova seleção pública

As oportunidades serão para professores substitutos da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal.

Foi autorizada a realização da seleção pública para a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) para professores. A Câmara de Governança Orçamentária, Financeira e Corporativa do Distrito Federal anunciou, nesta quarta-feira (1/8), que a Secretaria pode contratar, de forma temporária, professores substitutos para o ano letivo de 2019 e 2020 obedecendo ao limite de 340 mil horas/ano.

A autorização ratifica o andamento do chamamento público iniciado em 17 de julho. A SEEDF recebeu a proposta de empresas interessadas em planejar e executar o processo seletivo simplificado. As propostas foram aceitas até 27 de julho e em breve o órgão deve anunciar a empresa escolhida.

As oportunidades serão para profissionais com nível superior de licenciatura plena ou bacharelado/tecnólogo, habilitado em disciplina similar, com aprovação no componente curricular pleiteado, desde que comprovado que tenha cursado o componente em no mínimo três semestres e/ou 180 horas.

Os aprovados farão parte do banco de reservas da pasta para atuar na Educação Básica e receberão como remuneração de R$ 5.016,53, para jornada de 40 horas semanais, e R$ 2.508,26 se trabalhar 20 horas por semana. Além disso, o contrato entre a SEEDF e os profissionais serão regidos pelo disposto no artigo 11 da Lei nº 4.266, de 11 de dezembro de 2008, estando vinculados ao Regime Geral de Previdência Social, nos termos da Lei nº. 8.647, de 13 de abril de 1993.

Provas

O site de concursos já havia publicado que o projeto básico do processo seletivo prevê que a seleção dos candidatos será composto por provas objetivas, que vão abordar os diversos componentes curriculares ofertados na Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, com no mínimo 100 itens, sendo o mínimo de 60 de conhecimentos gerais e 40 de conhecimentos específicos. Para as vagas nos Centros Interescolares de Língua (Cil’s) haverá também banca de proficiência.

Caráter de urgência

O governador Rodrigo Rollemberg havia prometido que o edital seria publicado em julho. Apesar de não ter cumprido a promessa, o governo tem pressa para promover a seleção, pois o objetivo é suprir as carências na Rede Pública de Ensino antes do início do ano letivo de 2019. Para tanto, o resultado final do processo