1 ideia para as crianças comerem verdinhos


Laís e Betina comendo verdinho no macarrão.

Ecaaaaa… verdinho! Se você é mãe mas nunca ouviu essa frase irritante, considere-se uma mulher de sorte. Até poucos meses atrás, me aborrecia durante as refeições porque minhas filhas não aceitavam qualquer tipo de verdinho no prato. Ai, que saco! Tentava de tudo: conversas, carinhas nos pratos, compras de verdinhos juntas no mercado… E nada! Até eu perceber o interesse das crianças por plantas.

Foi aí que tive a ideia de fazer com que participassem de todo o processo do verdinho, desde comprar as mudas, plantar, regar, até serem servidas na mesa. Moramos em casa, separei um espaço para uma pequena horta. Mas se você mora em apartamento, uma boa opção é plantar mudas em vasinhos e deixá-los na varanda ou janela.

Tenho um vizinho que vende mudas e fomos até a casa dele comprar algumas. Falei para as crianças que podiam escolher as que queriam plantar. Elas pegaram manjericão, salsa, coentro e alecrim. Fomos para casa e deixei que elas plantassem e regassem. Após o plantio, nos primeiros dias, iam até a horta para ver se as ervas tinham crescido e aproveitavam para regá-las.

Sempre preparei as refeições com tempero, mas as crianças nunca comiam. Reclamavam e acabavam deixando no canto do prato. Até que um dia, coloquei manjericão no molho do macarrão e disse que era o manjericão que elas tinham plantado. Comeram na hora! Quase abri um espumante pra comemorar, mas me contive e agi com naturalidade, como se fosse normal toda criança comer verdinho. Meu Deus, por que não tive essa ideia antes, pensei. Mas vale ressaltar que elas só comem os verdinhos que compraram, plantaram e regaram: manjericão, alecrim, salsa e coentro. Mas já é um começo. Preparo arroz com salsa ou coentro, carnes com alecrim, frango e molhos com manjericão.
Macarrão com molho de tomate. frango e manjericão para incrementar.

Segundo explicações obtidas pelo site forma saudável, o manjericão é uma ótima fonte de antioxidantes, rica de nutrientes essenciais, protege contra os radicais livres, possui propriedades anti-inflamatórias e anti-bacterianas; a salsa, no geral, ajuda no controle do colesterol no sangue e pode oferecer proteção contra feridas e cânceres mediados por radicais livres; as folhas verdes profundas do coentro, possuem boas quantidades de antioxidantes, óleos essenciais, vitaminas e fibras alimentares, o que pode ajudar a reduzir os níveis de LDL ou “colesterol ruim” no sangue; as folhas de alecrim contêm certos compostos fitoquímicos com propriedades preventivas de doenças.
Betina e Laís se deliciando com o macarrão preferido.

Minha intenção é acrescentar verdinhos na alimentação das minhas filhas, aos poucos, sem assustar e sem pressionar. Quando eram bebês e não falavam, comiam de tudo. Nunca pensei que fosse passar por este tipo de estresse, mas a maternidade tem dessas coisas. Atualmente, estou na luta pelo brócolis, vegetal com riquíssimo valor nutricional. Cozinho no vapor, despedaço e misturo no arroz. Elas ainda reclamam, mas cada dia menos. O negócio é exercitar o autocontrole emocional pensando no bem que estamos fazendo aos nossos filhos.

Se você já teve alguma ideia para fazer o seu filho comer verdinho, compartilha com a gente, escreva nos comentários. Será de grande ajuda!

Bjs. Pati.

Site: https://planetamae.com/author/planetamae10/

Itamaraty abre concurso de diplomata com 26 vagas e R$ 18 mil inicial

As inscrições podem ser realizadas entre 2 e 16 de julho. A taxa de inscrição é de R$ 30

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) publicou, nesta quarta-feira (27/6) no Diário Oficial da União (DOU), o edital de abertura para o novo concurso público da carreira de diplomata. Serão ofertadas 26 vagas na classe inicial de terceiro secretário, sendo reservadas cinco oportunidades a candidatos negros e duas para candidatos com deficiência. O salário inicial é de R$ 18 mil.

O requisito para concorrer a uma das vagas é possuir nível superior, ter idade mínima de 18 anos, ser brasileiro nato, estar em dia com as obrigações eleitorais e também em dia com o serviço militar (no caso de candidatos do sexo masculino).

O certame exige que os candidatos também tenham disposição para servir no exterior, e a capacidade e disposição em resolver conflitos e enfrentar situações adversas e inesperadas, na defesa dos interesses do Brasil e de seus cidadãos no exterior.
A banca organizadora do concurso é o Instituto Rio Branco (IRBr), com a colaboração do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). O concurso será valido por 90 dias, a contar da data de publicação do resultado final, com possibilidade de prorrogação por igual período.

Inscrições
As inscrições serão aceitas entre 2 e 16 de julho por meio do site da organizadora. A taxa de participação é de R$ 230. Para se candidatar, o interessado deverá informar o número do seu Cadastro de Pessoa Física (CPF) e enviar fotografia tirada nos últimos seis meses anteriores à data de publicação do edital.

É previsto no documento que o candidato que não enviar a fotografia obedecendo às especificações constantes do edital, de tal forma que impeça ou dificulte a sua identificação durante a realização das provas, poderá, a critério do Cebraspe, ser submetido a identificação especial no dia de realização das provas.

Etapas do concurso
Serão realizadas três fases para classificar os candidatos. A primeira etapa é a prova objetiva, prevista para 26 de agosto com aplicação em todas as capitais do país e no Distrito Federal (DF). O exame será realizado em dois períodos: o primeiro com início às 9h30 e duração de 3 horas, e o segundo, às 15 horas, também com duração de 3 horas.

O exame será composto de 76 questões, cada uma com quatro itens para julgamento em certo ou errado. Vale ressaltar que cada questão marcada em discordância com o gabarito irá anular uma questão marcada corretamente.

Serão cobrados conhecimentos de língua portuguesa, língua inglesa, história do Brasil, história mundial, política internacional, geografia, noções de economia, e noções de direito e direito internacional público.

A segunda etapa consiste em uma prova escrita de língua portuguesa e inglesa para os 260 candidatos que obtiverem as melhores notas na prova objetiva. A realização da prova escrita de língua portuguesa está prevista para ser realizada em 2 de setembro. Já a prova de língua inglesa está prevista para 23 de setembro, ambas terão duração de 5 horas, com início às 14h.

A terceira etapa terá duração de 4 horas para cada conteúdo, sendo o primeiro aplicado às 9 horas e o segundo às 15 horas:

Os candidatos aprovados na três etapas serão matriculados no Curso de Formação do Instituto Rio Branco, cuja conclusão é essencial para a confirmação do servidor no Serviço Exterior Brasileiro.

Saiba mais em metropoles.com

Homem é indiciado por estuprar estudante em saída de faculdade no DF


Vítima de 23 anos estava a caminho do Metrô na Asa Sul; crime foi em fevereiro. Suspeito, de 36 anos, cumpria prisão domiciliar e foi detido dois meses depois.

Polícia Civil do Distrito Federal indiciou, por estupro, o auxiliar de serviços gerais de 36 anos suspeito de abusar de uma estudante de 23 anos na Asa Sul, em fevereiro deste ano. O nome do homem não foi divulgado.

Segundo as investigações, a vítima tinha acabado de sair da faculdade, e se dirigia à estação 112 Sul do Metrô quando foi abordada. Imagens de câmeras de segurança de um prédio próximo flagraram o momento em que a jovem saiu correndo, tentando fugir do homem.

Estudante é estuprada após sair de faculdade na Asa Sul, em Brasília
O suspeito foi identificado e detido em abril – quase dois meses após o crime. Segundo a Polícia CIvil, ele cumpria prisão domiciliar e já tinha sido condenado a 25 anos por tentativa de homicídio, roubo e atentado violento ao pudor.

Nesse terceiro crime, ele foi acusado de praticar sexo anal com uma menina de 9 anos. Na época, a conduta não era classificada como estupro.

Coleta de provas
As investigações avançaram durante os 60 dias em que o suspeito ficou preso. Como o estupro é considerado crime hediondo, a prisão temporária é de 30 dias, renováveis por igual período. O prazo terminaria neste domingo (17), mas a Justiça autorizou a conversão da prisão temporária em preventiva – esta, por tempo indeterminado.

Clique no link  para ver o vídeo. https://globoplay.globo.com/v/6521651/

As provas coletadas no período serviram para embasar o indiciamento por estupro – que será analisado pelo Ministério Público e, se confirmado, pela Justiça.

Segundo a chefe da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), Sandra Gomes, os indícios mais fortes vieram do rastreamento do celular da vítima, roubado pelo homem no dia do estupro. O aparelho chegou a ser revendido para outras duas pessoas, que vão responder por receptação.

Sandra classifica o inquérito como “um dos mais complexos já elucidados” na Deam. A investigação ficou mais difícil porque não havia imagens do local do crime, e porque foi preciso acionar diversas companhias telefônicas para concluir o rastreamento.

Em buscas na casa do suspeito, no Núcleo Bandeirante, equipes encontraram objetos supostamente usados para prática de roubos. O arsenal incluía facas com a empunhadura enfaixada – uma técnica que evita marcas de impressão digital.

Se o indiciamento do estupro for seguido pelo Ministério Público e recebido pela Justiça, o homem vira réu pelo crime e pode ser condenado a até 20 anos de prisão.

Outros casos

Segundo a delegada, o homem tinha uma forma específica de abordar as vítimas: chegava ameaçando com uma faca ou estilete, exigia que ficassem de costas e usava a roupa delas para vendá-las. Ele agia sempre em lugares com mato alto, e no escuro.

Com base nesse “modus operandi”, os policiais conseguiram identificar outras duas vítimas recentes do homem.

“Um desses casos foi uma tentativa de estupro, e o outro, um estupro consumado”, diz Sandra. Esses casos são investigados separadamente e, se houver indiciamento, a pena prevista pode ser ainda maior.

Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.

Metade dos homicídios em 2016 ocorreu em apenas 2% dos municípios

Apesar de pequenos, os números são superiores aos de 2015, quando 109 localidades respondiam por metade das mortes violentas no país

Foto: HUGO BARRETO/METRÓPOLES

Metade dos homicídios registrados em 2016 ocorreram em apenas 123 cidades brasileiras, aponta o Atlas da Violência 2018 – Políticas Públicas e Retratos dos Municípios Brasileiros, do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Juntos, esses municípios representam apenas 2,2% do total de cidades brasileiras. Apesar de pequenos, os números são superiores aos de 2015, quando 109 localidades respondiam por metade das mortes violentas no país. Fato que, para os pesquisadores, indica a propagação da criminalidade para cidades menores, processo que vem sendo observado por especialistas desde meados dos anos 2000.

Entre as cidades com mais de 100 mil habitantes, as mais violentas se concentram nas regiões Norte e Nordeste. No entanto, o ranking dos 309 municípios com maior taxa de mortalidade é encabeçado por Queimados, no Rio de Janeiro, com 134,9 homicídios por grupo de 100 mil pessoas.
As quatro cidades seguintes com os maiores índices de letalidade ficam na Bahia. Com uma taxa de 124,3 homicídios por grupo de 100 mil habitantes em 2016, Eunápolis ocupa o segundo lugar entre as mais violentas. Em seguida vem Simões Filho (107,7 homicídios/100 mil habitantes); Porto Seguro (101,7 homicídios/100 mil habitantes) e Lauro de Freitas, com 99,2 homicídios/100 mil habitantes.

Já a relação das cidades com a menor taxa média de homicídios em 2016 começa com Brusque (SC), onde foi registrada uma taxa média de 4,8 homicídios por 100 mil habitantes. Logo em seguida ficaram Atibaia (SP) (5,1); Jaraguá do Sul (SC) (5,4); Tatuí (SP) (5,9) e Varginha (SP) (6,7).

Capitais

Entre as capitais, Belém assumiu o título de mais violenta de 2016, com uma taxa média de 76,1 homicídios por grupo de 100 mil habitantes. Pelos dados do Atlas da Violência de 2015, a capital paraense era a quarta mais perigosa, com 61,8 homicídios/100 mil moradores. Nesta edição do relatório, Belém é seguida por Aracaju (73 homicídios/100 mil habitantes); Natal (62,7 homicídios/100 mil habitantes); Rio Branco (62,6 homicídios/100 mil habitantes) e Salvador (57,8 homicídios/100 mil habitantes).

Alvo de uma intervenção federal na segurança pública de todo o estado desde fevereiro deste ano, a capital fluminense terminou 2016 entre as oito capitais com as menores taxas de mortes violentas, com 25,8 óbitos por 100 mil habitantes. Este grupo é encabeçado por São Paulo (10,1 homicídios); Florianópolis (17,2) e Vitória (17,2); Brasília (25,5); Campo Grande (20,3); Curitiba (29,4) e Belo Horizonte (24,8).

No início do mês, o Atlas da Violência já tinha apontado que o estado do Rio de Janeiro está entre as seis unidades da federação que têm conseguido reduzir as taxas de homicídios, junto com São Paulo, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Pernambuco e Paraná. No documento, os pesquisadores apontam que a melhora dos índices paulistas se deve, em parte, à preponderância de uma organização criminosa sobre as demais, o que permitiria que seus integrantes controlassem o uso da violência, evitando disputas letais.

Fonte: Metrópoles

Racionamento de água chega ao fim.no DF


Um ano e cinco meses depois de ter sido imposto à população, chega ao fim o racionamento de água no Distrito Federal. A partir desta sexta-feira (15/6), os consumidores não enfrentarão mais o rodízio, no qual, a cada seis dias, ficavam 24 horas desabastecidos.

As últimas regiões que ficaram sem água foram: Ceilândia Leste, Park Way, Águas Claras, Núcleo Bandeirante, Samambaia, Asa Sul e Jardins Mangueiral. Durante o período de restrição hídrica, o nível do Descoberto, principal reservatório do DF, responsável por abastecer 60% da população, subiu de 5,3% para 93,9%.

Pré-candidato à reeleição no Palácio do Buriti, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) explicou que a decisão foi possível devido à redução do consumo de água estimada em 13% e à inauguração de novas obras de captação no Lago Paranoá e no Córrego do Bananal.

De acordo com Rollemberg, nas próximas duas décadas, não existe possibilidade de novo racionamento no DF. “Nós não superamos a crise hídrica somente em 2018. Com essas obras e a Barragem de Corumbá, que ficará pronta ainda este ano, estamos resolvendo a falta de água no DF por pelo menos mais 20 anos”, assegurou o chefe do Executivo.

Captação reduz
Antes de começar o racionamento, a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) tinha autorização para captar 4.900 l/s. Com a restrição, esse número caiu para 3.300 l/s. A partir desta sexta (15), o valor passa para 4.300 l/s. Segundo o governo, a queda no volume não trará prejuízo para a população.

A diferença virá, segundo o Executivo, da redução do consumo provocada pela economia que os brasilienses fizeram, devido ao racionamento, e das captações do Paranoá e Bananal para abastecer regiões cuja água vinha da Barragem do Descoberto.

Mais de um ano depois do fim da tarifa de contingência, que sobretaxou a conta de água dos brasilienses em até 40%, a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Básico do Distrito Federal (Adasa) autorizou a Caesb a utilizar R$ 6,1 milhões em obras para melhorar o sistema de abastecimento. A decisão foi publicada no Diário Oficial do DF nesta quinta-feira (14) e consta na Resolução n° 14, de 13 de junho de 2018.

De acordo com o governo, os recursos serão destinados à interligação do sistema Torto-Santa Maria ao de Sobradinho-Planaltina, com implantação de uma subadutora (R$ 4,5 milhões). Vão ainda para adequações e interligação na estação elevatória Lago Norte 2 (R$ 400 mil). A reserva para custos adicionais será de R$ 1,2 milhão.

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34ª Feira Internacional do Livro começa hoje

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34ª Feira Internacional do Livro começa hoje

Os jovens leitores são o foco da 34ª Feira Internacional do Livro de Brasília, que começa hoje e vai até o dia 17

Preparativos para a abertura da Feira do Livro, que tem uma agenda cultural para toda a família
(foto: Luis Nova/Esp. CB/D.A Press)

Formar público leitor e estimular a leitura entre as crianças está na linha de mira da 34ª Feira Internacional do Livro de Brasília, que tem início hoje e segue até 17 de junho no Pátio Brasil Shopping. Com o tema Literatura infantil: a invenção do sonho. Vamos brincar de inventar? e organizada pela Câmara do Livro do Distrito Federal (CLDF), a feira tem curadoria de Maurício Melo Júnior, Nilva Belo de Morais e Fernanda de Oliveira e foco nos jovens leitores.

Contação de histórias e eventos voltados para as crianças estão presentes na programação durante todos os dias da feira. “A partir daí, a gente quer discutir a eficácia da literatura na formação de leitores. Até que ponto a gente está fazendo uma literatura que reflete os desejos de leitura dessa nossa geração, que é formada pelas urgências, pela cultura das mídias sociais? O que a gente pode fazer para atingir essas crianças?”, diz Melo Júnior.

A expectativa da Câmara do Livro é de que 200 mil pessoas passem pelo local durante os 10 dias de feira. Nesta edição, haverá três autores homenageados — Ana Maria Machado, Luci Watanabe Guimarães e Milton Hatoum —, mas dois não poderão comparecer. Nascida em Divinópolis (MG), Watanabe, a única presente dos homenageados, é autora de mais de 12 títulos destinados às crianças e adolescentes.

Segundo o curador, pensar na literatura como veículo da formação de leitores em uma feira de livro pode parecer óbvio, mas nem sempre é. “Tenho visto muita feira que não discute literatura”, garante.

Entre os destaques da programação para jovens leitores está Viagens da caixa mágica, espetáculo criado pelo ator Lázaro Ramos. Autor de dois livros infantis — A velha sentada e Caderno de rimas do João —, Ramos conta histórias relacionadas à cultura afro e fala do imaginário desse universo em 10 músicas concebidas com frases extraídas de seus próprios livros.

Autores de literatura infantojuvenil de Brasília também têm lugar especial na programação. Roger Mello, ganhador do prêmio Hans Christian Andersen, vem falar sobre a ilustração, e Stella Maris, autora de mais de 42 livros, participa de mesa sobre a leitura. Fazer do ato de ler uma brincadeira é um dos temas de Alessandra Roscoe e Tino Freitas, que fala sobre o uso da palavra como se fosse um brinquedo. Dad Squarisi, editora de Opiniãodo Correio Braziliense, vai ministrar a aula-espetáculo Os deuses e a língua portuguesa, uma palestra divertida sobre a ligação entre a mitologia e a língua.

Para Fernanda Oliveira, responsável pela curadoria infantojuvenil da feira, o encontro das crianças com os autores é fundamental para estimular a leitura, por isso ela incluiu desde sessões de autógrafos até bate-papos organizados para os pequenos. “Isso instiga a criança a despertar o interesse pela leitura”, acredita. “O livro fomenta a imaginação, base fundamental para qualquer atividade que a criança vá desenvolver, englobando todas as profissões em sua maturidade. Além de a leitura oferecer uma maior bagagem cultural, a criança que lê fala melhor, escreve melhor e pensa com mais fluidez e clareza.”

Antônio Torres, membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), e Ignácio de Loyola Brandão, ganhador do Prêmio São Paulo de Literatura e do Jabuti, falam, respectivamente, sobre o romance histórico e os novos caminhos da crônica. Cristóvão Tezza divide mesa com Henrique Rodrigues e Pedro Almeida para tratar do impacto dos prêmios literários na carreira do escritor.

A nova prosa brasileira e suas características é tema de mesa que reúne a brasiliense Paulliny Gualberto, autora de Allegro ma non troppo, Maurício de Almeida, vencedor do Prêmio Sesc.

34ª Feira Internacional do Livro de Brasília

Visitação a partir de hoje, das 9h às 20h, no Pátio Brasil Shopping. Até 17 de junho.