Vacinados da covid devem esperar 14 dias para receber imunizante contra a gripe

23ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começa na segunda (12/4). No DF, 1.117.656 pessoas, entre idosos, professores, profissionais da saúde, dentre outros, fazem parte do público-alvo da campanha de vacinação contra a gripe

04/03/2021 Crédito: Ed Alves/CB/D.A Press. Brasil. Brasilia – DF. Cidades. Vacinação idosos de 75 anos.

A 23ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começa na próxima segunda e termina em 9 de julho em todo o Brasil. A estimativa da Secretaria de Saúde do Distrito Federal é vacinar 90% das pessoas pertencentes ao público-alvo. No entanto, é preciso atenção às datas no cartão de vacinação, porque quem tomou a vacina contra a covid-19, deve esperar 14 dias para receber a dose de combate à gripe. Essa é uma das principais orientações dos técnicos da Saúde, tendo em vista que as duas campanhas ocorrem no mesmo período.

No DF, 1.117.656 pessoas, entre idosos, professores, profissionais da saúde, dentre outros, fazem parte do público-alvo da campanha de vacinação contra a gripe. De acordo com a Secretaria de Saúde, a imunização permitirá, ao longo do ano, prevenir o surgimento de complicações decorrentes da doença, óbitos e suas consequências sobre os serviços de saúde, além de minimizar a carga da influenza, reduzindo os sintomas que podem ser confundidos com os da covid-19.

Importância
Daniel Amaro, professor do Centro Universitário de Brasília (UniCeub) e especialista em imunologia e vacinação, explica a importância da vacinação. “Como os vírus estão em constante mudança, a proteção que uma dose oferece reduz com o tempo. Sabendo disso, os pesquisadores atualizam as vacinas anualmente, sempre buscando uma maior eficácia”, disse. Ainda que não previnam diretamente contra a covid-19, o especialista ressalta que as vacinas reduzem a pressão sobre o sistema de saúde em relação às doenças gripais. “Com menos hospitalizações, conservamos recursos médicos importantes, que se encontram em escassez, para o cuidado a pessoas com covid-19”, pondera.

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br

Covid-19: como o Reino Unido fez número diário de mortos desabar de 1,3 mil para 36

No dia 19 de janeiro, o Reino Unido registrou o pico diário de mortes em toda a pandemia. Morreram 1,359 pessoas.

Apesar de ser inferior ao número atual no Brasil — na terça-feira (23/03) foram registradas 3.251 mortes no país — em termos proporcionais, considerando o tamanho das populações, a covid matava em janeiro 30% a mais no Reino Unido do que o que acontece agora no Brasil.

O Reino Unido vivia na época uma tempestade perfeita que contribuía para a disseminação da doença em um ritmo muito mais acelerado do que durante a primeira onda, com diversos fatores influindo: campanha de vacinação ainda no começo, nova variante do vírus mais infecciosa e letal, e auge do inverno.

Mas apenas dois meses depois, na última segunda-feira (22/03), o país registrou somente 36 mortes por covid em um dia. Após um longo inverno de restrições e lockdowns, os britânicos agora traçam planos para voltar à uma vida um pouco parecida com a que tinham antes da pandemia.

Escolas foram reabertas no começo do mês, e até o dia 15 de abril o Reino Unido pretende ter dado uma dose de vacina para toda a sua população com mais de 50 anos de idade. A meta é vacinar todos os adultos até 31 de julho.

Como o Reino Unido conseguiu sair do fundo do poço da pandemia em apenas dois meses?

O caminho para saída passou por duas medidas que foram as principais apostas do governo do premiê Boris Johnson: lockdown bastante restrito e grande investimento em vacinação.

Terceiro lockdown
O esforço para diminuir o impacto do coronavírus começou um mês antes do dia 19 de janeiro, quando o número de mortes atingiu seu pico.

Maioria das lojas na famosa Oxford Street de Londres praticamente não abriu ainda em 2021

Nos dias anteriores aos feriados de Natal e Ano Novo, as autoridades já observavam o agravamento acelerado da pandemia. Em apenas duas semanas, o número de casos de covid-19 havia duplicado, de 12 mil para 25 mil por dia.

A população já havia enfrentado dois lockdowns e não havia mais ânimo para um terceiro.

O mais recente deles, decretado em novembro, havia contribuído para derrubar os números temporariamente e fora usado como uma espécie de “barganha” do governo com os britânicos — se a população enfrentasse mais esse sacrifício no mês de novembro, poderia ter um Natal e Ano Novo mais relaxado, inclusive com a possibilidade de viajar e confraternizar com seus parentes.

Mas o plano fracassou.

Assim que as restrições foram levantadas no começo de dezembro, os números dispararam. O governo não manteve sua promessa de relaxar as medidas e restringiu viagens e a interação de pessoas durante as festas de fim de ano.

Foi nessa época, que foi divulgada a existência de uma nova variante do vírus, surgida no sudeste da Inglaterra, que era até 70% mais contagiosa. Ao mesmo tempo, o governo dava início à sua campanha de vacinação — a primeira no mundo ocidental, mas com passos ainda tímidos.

Passadas as festas, o primeiro-ministro Boris Johnson fez um pronunciamento à nação, consolidando o terceiro lockdown.

“Com o país inteiro já sob medidas extremas, está claro que precisamos fazer mais, juntos, para manter essa variante sob controle enquanto nossas vacinas são distribuídas. Nós precisamos fazer um lockdown nacional que seja duro o suficiente para conter essa variante”, disse Boris.

O comércio não-essencial e as escolas foram fechados, exames educacionais foram suspensos e o governo impôs restrições para viagens — tanto dentro do país como em fronteiras.

O governo estendeu o auxílio salarial para mais de 10 milhões de trabalhadores até setembro, com subsídios que podem chegar a 2,500 libras (quase R$ 20 mil) por beneficiado.

A oposição ao governo de Boris Johnson apoiou as medidas.

“Qualquer que seja a nossa crítica ao governo, todos nós precisamos nos unir e fazer isso funcionar”, disse o líder do Partido Trabalhista, Keir Starmer, em janeiro.

Vacinação
Por duas semanas, o número e mortes continuou subindo. Imagens de hospitais operando em capacidade máxima dominavam os telejornais.

Ao mesmo tempo, começaram a surgir os primeiros boletins diários sobre a quantidade de pessoas vacinadas. No dia 19 de janeiro — quando o Reino Unido atingiu seu pico de mortes, e na mesma semana em que a Anvisa liberava o uso da vacinas contra covid no Brasil — 4,6 milhões de britânicos já haviam recebido a primeira dose.

Nesta semana, o Reino Unido já superou a marca de 28 milhões de pessoas com a primeira dose da vacina e 2 milhões com a segunda.

Mas o caminho rumo à vacinação não começou no dia 8 de dezembro, quando a idosa Margaret Keenan, de 91 anos, se tornou a primeira britânica a receber uma dose no país.

Em 8 de dezembro de 2020, a idosa Margaret Keenan se tornou a primeira vacinada no Reino Unido

Em 30 de janeiro de 2020, antes mesmo de haver confirmação de casos de coronavírus no Reino Unido, os cientistas da universidade de Oxford se mobilizaram para pedir recursos para pesquisa em vacinas.

Há um ano, em março de 2020, o governo anunciou investimentos de US$ 750 milhões em pesquisa para se encontrar uma vacina. No mês seguinte, foi assinada a parceria entre a Oxford e a AstraZeneca, para desenvolvimento da vacina que acabou aprovada no fim do ano. A principal vantagem do imunizante em relação aos demais é o fato de ele ser de fácil armazenamento e possuir um baixo custo de produção.

Em agosto, quatro meses antes da aprovação por órgãos regulatórios, o governo britânico já havia fechado negócios para compra de 340 milhões de doses — o que seria suficiente para administrar cinco doses por pessoas.

Esse trabalho de antecipar contratos colocou o Reino Unido na frente de outros países da Europa na corrida por vacinas. Os resultados estão aparecendo agora: o país vacinou duas vezes mais pessoas do que a Alemanha e três vezes mais do que a França.

Esse esforço parece estar tendo recompensas agora, com o Reino Unido levando vantagem em relação ao resto da Europa na reabertura da economia.

“Se você comparar os lockdowns que foram implementados — o de março do ano passado com o de janeiro deste ano — vai perceber que na primeira vez a queda no número de casos foi bem mais lenta”, disse à BBC News Brasil a pesquisadora Julii Brainard, da Norwich Medical School, na University of East Anglia.

“Agora os números caíram bem mais rapidamente, apesar de as condições serem diferentes. E qual foi a grande diferença entre os dois lockdowns? É que agora temos a vacinação acontecendo, o que acelerou a queda.”

O lockdown definitivamente teve impacto na redução dos números, mas as vacinas ajudaram a acelerar o processo.

Ela alerta que mesmo com muitas pessoas recebendo a primeira dose da vacina, estudos recentes indicam que a população pode estar relaxando nos seus hábitos.

“As pessoas não estão indo a grandes eventos e aglomerações, mas elas estão começando a retomar o contato com pessoas mais próximas e circulando mais. Isso precisa ser feito com cuidado.”

Não acabou
Mesmo com o número de mortes tendo caído substancialmente, o Reino Unido ainda está longe de ter se livrado do lockdown.

A maioria dos estabelecimentos considerados não-essenciais continua fechada e só reabrirá a partir de 12 de abril, se houver condições para isso.

Um calendário para reabertura gradual da economia prevê que até meados de junho boa parte das atividades já tenham sido retomadas. No entanto, o governo frisou que esse calendário só será cumprido caso não haja imprevistos no caminho — como atrasos na vacinação ou repique no número de casos, hospitalizações ou mortes.

“Em todos os cenários, se levantarmos o lockdown muito repentinamente, toda a modelagem sugere que teríamos um aumento substancial enquanto muitas pessoas ainda não estão protegidas”, alerta o principal assessor de saúde do governo, Chris Whitty.

“Muitas pessoas podem pensar que tudo isso acabou. É muito fácil esquecer a rapidez com que as coisas podem piorar.”

O Parlamento britânico debate agora sobre a possibilidade de estender as leis de emergência contra o coronavírus até o final de setembro.

O governo não descarta que o país pode ter uma nova onda de coronavírus no final do ano, quando o outono começar. E pesquisadores acreditam que existe a possibilidade de uma nova mutação do vírus surgir que seja imune às vacinas.

Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

Fonte: https://www.bbc.com

Universidade de Washington prevê 100 mil mortes por Covid-19 no Brasil no mês de abril

Estudo projeta que até 4 de maio o país salte das quase 331 mortes para mais de 436 mil.

Clique e confira o vídeo – https://globoplay.globo.com/v/9415367/

O Instituto de Métricas e Avaliação em Saúde, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, prevê 100 mil mortes por Covid-19 no Brasil ao longo do mês de abril.

Segundo uma pesquisa da instituição, — que considera fatores como a disseminação de variantes do vírus, uso de máscaras e respeito ao distanciamento social — o número de mortos pode saltar dos atuais 330.297 óbitos, registrados neste sábado (3), para 436 mil em 4 de maio.

A universidade projeta três cenários para o país, e os números são referentes ao pior deles. (Veja abaixo as considerações da universidade para cada cenário)

Esse total pode cair para 429 mil mortes caso 95% da população use máscara em público.

A universidade projeta ainda que até o final do primeiro semestre o Brasil atinja a marca de 595 mil mortes no pior cenário. No caso da adoção de máscaras em público por 95% da população, esse número pode cair para 507 mil.

VEJA OS TRÊS CENÁRIOS POSSÍVEIS

1- Cenário atual

Total de mortos na pandemia até os próximos 30 dias: 434.702
Total de mortos na pandemia até o final do 1º semestre: 561.634

Neste cenário, a universidade considera:

Mobilidade dos não vacinados seguindo o padrão apresentado no último ano;
25% dos vacinados voltando a se deslocar como faziam antes da pandemia;
Variantes britânica, sul-africana e brasileira se espalhando entre regiões vizinhas no ritmo já registrado no Reino Unido;
Casos diminuindo entre os que se vacinaram há 90 dias.

2- Pior cenário

Total de mortos na pandemia até os próximos 30 dias: 436.151
Total de mortos na pandemia até o final do 1º semestre: 595.521

Neste cenário, a universidade considera:

Deslocamento de quem ainda não foi vacinado se mantendo como no último ano;
Todos os vacinados voltando a se deslocar nos níveis pré-pandêmicos;
Variantes brasileira e sul-africana começando a se espalhar em locais aonde ainda não haviam chegado;
Eficiência da vacinação sendo inferior diante da variante sul-africana;
Uso de máscaras caindo entre os vacinados.

3 – Cenário com uso de máscaras em público por 95% da população

Total de mortos na pandemia até os próximos 30 dias: 429.634
Total de mortos na pandemia até o final do 1º semestre: 507.113

Mobilidade dos não vacinados seguindo o padrão apresentado no último ano;
25% dos vacinados voltando a se deslocar como faziam antes da pandemia;
Variantes britânica, sul-africana e brasileira se espalhando entre regiões vizinhas no ritmo já registrado no Reino Unido;
Uso correto da máscara sendo adotado por 95% da população.

Fonte: https://g1.globo.com

Caso Henry: Dr. Jairinho é suspeito de maltratar outros filhos de ex

Médico e vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (Solidariedade), morava com Henry e a mãe do garoto, a professora Monique Medeiros, em um apartamento na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro

A polícia continua a investigação da morte do menino Henry Borel, de 4 anos, que morreu em 8 de março, no Rio de Janeiro, com várias lesões pelo corpo. Durante as apurações, os agentes chegaram às histórias de outras duas crianças, filhas de ex-namoradas do padrasto do Henry, o médico e vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (Solidariedade). São elas: uma menina, hoje com 13 anos, e um menino, de oito. A menina prestou depoimento sobre o caso há 10 dias na Delegacia da Criança e do Adolescente.

O programa Fantástico, da Tv Globo, neste domingo (4/4), exibiu uma reportagem com relatos de uma amiga da família do menino de oito anos. A mulher, que preferiu não se identificar, conta que a criança teve uma brusca mudança de comportamento quando a mãe começou a se relacionar com Jairinho.

“Eu conheci a criança desde a barriga da mãe. Eu convivia com a criança. Eu sabia da alegria da criança e depois da tristeza que a criança ficou. A mudança de comportamento da criança foi muito brusca. Ele passou a ter muito medo. Dormia e do nada acordava gritando”, relata a amiga da família.

A reação negativa perante a presença do vereador é uma ação em comum entre as crianças ouvidas. No domingo, 7 de março, Henry chegou a vomitar e chorar enquanto voltava para o apartamento onde morava com a mãe, Monique Medeiros, e com o padrasto. Em uma conversa entre a mãe e o pai da criança, o engenheiro Leniel Borel, Monique chegou a desabafar sobre a resistência do filho em voltar para a casa em que vivia com o padrasto.

“Só não aguento o choro para não vir. Me desestabiliza totalmente. Fico muito, muito triste. Quando puder trazer me avisa. Vai ser uma choradeira sem fim mesmo”, lamentou Monique em mensagem enviada ao ex-marido.

A mãe da criança, hoje adolescente de 13 anos, e ex-namorada do médico diz que a filha apresentava a mesma repulsa por Jairinho. Em entrevista à Rede Globo, a mulher, que não foi identificava, contou: “Eu falava que ele tava vindo, ‘o tio tá vindo pra gente sair’, aí ela passava mal, ela vomitava. Me agarrava. Ou então pedia à minha mãe: ‘posso ficar com você, vó? Eu não quero ir, quero ficar aqui’. Na época, a mãe diz que não percebia o que estava acontecendo. A criança tinha apenas quatro anos.

A ex-namorada justifica que não havia denunciado os maus-tratos anteriormente por medo da influência do vereador.

Investigação
A reconstituição do caso foi feita na última quinta-feira (1°/4), e contou com a presença da mãe e do padrasto de Henry. Os investigadores já ouviram ao menos 17 testemunhas no inquérito, entre elas, o pai da criança, psicóloga, uma professora, ex-namoradas do vereador e médicas que atenderam o menino quando ele deu entrada no pronto-socorro no dia da morte.

O casal afirma que encontrou a criança caída da cama. Porém, a autopsia apontou como causa da morte hemorragia interna no fígado com sinais de violência. A equipe médica afirmou que Henry já chegou morto no hospital. Além do fígado, a criança teve lesões na cabeça, no rim e pulmão.

O que se sabe até agora
O fim de semana que antecedeu a morte, Henry passou com o pai, o engenheiro Leniel Borel. As câmeras de segurança mostram a hora que o pai deixa a criança no condomínio em que a mãe vive com o Dr. Jairinho, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, às 19h de domingo (7/4).

Segundo Monique, a criança chorava muito por querer continuar com o pai. Ela então o leva à padaria para distraí-lo. De volta ao apartamento, ela diz que Henry dormiu no quarto do casal, enquanto ela e o namorado assistiam a uma série na sala. Ela diz que, por diversas vezes, o filho acordou naquela noite e, por isso, eles foram deitar no quarto de hóspedes e dormiram. Monique relata que acordou por volta das 3h30 e que encontrou Henry no chão com dificuldade para respirar. Em depoimento, ela disse acreditar que a criança tenha se desequilibrado e caído da cama. Apesar de ser médico, Dr. Jairinho não tentou fazer o procedimento de ressuscitação da criança. Em depoimento, ele disse que a última vez que tinha feito o procedimento tinha sido em um boneco na faculdade.

O casal levou a criança para o Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, e Monique ligou para o pai de Henry relatando o ocorrido. Os médicos orientaram Leniel a procurar a polícia, que registrou uma ocorrência na 16° Delegacia de Polícia.

O laudo da morte apontou hemorragia interna e laceração hepática causada por uma ação contundente. A perícia encontrou múltiplos hematomas no abdômen e nos membros superiores; infiltração hemorrágica na região frontal do crânio, na região parietal direita e occipital (na parte da frente, lateral e posterior da cabeça); edemas no encéfalo; grande quantidade de sangue no abdome; contusão no rim, à direita; trauma com contusão pulmonar; laceração hepática (no fígado) e hemorragia retroperitoneal.

Depoimentos diferentes
A empregada doméstica de Monique deu uma versão diferente dos fatos narrados pela mãe da criança em depoimento à polícia. A mãe havia afirmado que a empregada não sabia da morte de Henry e, por isso, havia limpado o apartamento, prejudicando o trabalho da perícia. Já a funcionária disse que foi avisada da morte da criança no dia em que foi trabalhar.

Segundo o UOL, Jairinho tentou liberar o corpo de Henry de forma mais rápida sem que ele fosse levado ao Instituto Médico Legal (IML). Apesar das tentativas, os pedidos foram negados devido à gravidade das lesões na criança.

Mandados de busca e apreensão
Em 26 de março, a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão em quatro endereços: na casa da família da mãe de Henry, em Bangu; na casa do padrasto, na Barra da Tijuca; na casa do pai de Jairinho, o ex-deputado estadual Coronel Jairo, em Bangu; e na casa do pai de Henry, no Recreio. Na operação, 11 celulares e computadores de Monique, Jairinho e Leniel foram apreendidos. Segundo o G1, um desses celulares teve as mensagens apagadas e a polícia tenta recuperá-las.

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/

Dra. Nathalia Toleto – Como “turbinar” sua máscara cirúrgica simples!

Olá pessoal!!

Neste vídeo ensino como ajustar e usar de forma correta a sua máscara cirúrgica simples, tornando-a mais segura para você e para os outros. Você está usando de forma correta?

Sabia que tem um lado correto para usar?

Se gostou, dá um like ❤️ e compartilha com os amigos!!

Estou à disposição para tirar possíveis dúvidas! ✅

Obs: Vídeo inspirado no da dra @dra.leticiakawano ! Achei muito bacana e resolvi fazer um também para compartilhar com vocês! 🙌🏻😊 sigam o perfil dela que é riquíssimo em conteúdo informativo e baseado em evidência científica!

Família busca por doadores de medula compatíveis com Vitor, de 5 anos

O menino foi diagnosticado com leucemia linfática aguda e desde então luta pela vida

Aos 5 anos, Vitor Maciel Morais é um guerreiro. O pequeno vive momentos de luta pela vida desde o ano em que nasceu, quando foi diagnosticado com leucemia linfática aguda. Após cumprir todo o tratamento contra a doença, a família imaginou ter chegado ao fim os dias de aflição. No entanto, nos últimos meses a doença voltou de forma ainda mais severa.

“Em novembro a doença se manifestou de forma muito agressiva. Depois de quatro blocos de tratamento feita pelo hospital os médicos determinaram que ele precisa de um transplante”, diz a mãe, Viviane Alves Maciel ao Metrópoles

“Ele não tem um irmão compatível. Os únicos doadores são eu e meu esposo, mas a compatibilidade é de 50%, e existe um risco. Por isso criamos a campanha para encontrar um doador com compatibilidade acima de 90%”, acrescenta.

“Ele teve um problema nos rins, ficou na UTI, teve que fazer hemodiálise e ele vem lutando pra sobreviver tem muito tempo. A imunidade está baixa”, revela Viviane.

A família conta com a boa ação de amigos, familiares, conhecidos e desconhecidos, que se sintam motivados a ajudar o pequeno Vitor a vencer esta batalha. O primeiro passo é fazer um cadastro no Hemocentro, doando de 5ml a 10ml de sangue. Havendo a compatibilidade, em um prazo de 10 dias, o banco de sangue entrará em contato para prosseguir com procedimento cirúrgico, que é indolor.

Família
Vitor é filho do escrivão de polícia Salomão Paulo Lima de Morais, da 18ª DP (Brazlândia). A criança está internada e em tratamento no Hospital da Criança de Brasília. Recentemente, o paciente foi submetido à quimioterapia, porém não teve o resultado esperado. Dessa forma, a família corre contra o tempo, em busca de ajuda.

Fonte: https://www.metropoles.com

Covid-19: DF tem 93% dos leitos de UTI ocupados e 7 hospitais lotados

Dos 291 leitos mobilizados para atender a pacientes com a doença, 262 estão ocupados, 10 bloqueados e 19 disponíveis

 (crédito: AFP / Ina FASSBENDER)

A taxa de ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) para tratamento da covid-19 na rede pública está em 93,24% no Distrito Federal. Dos 291 leitos mobilizados para atender a pacientes com a doença, 262 estão ocupados, 10 bloqueados e 19 disponíveis. Ao todo, sete hospitais públicos não têm mais vagas para esse tipo de suporte intensivo.

No Hospital Regional da Asa Norte (Hran), referência no tratamento da doença desde o início da pandemia, há apenas um leito de UTI disponível. Os dados são do meio-dia desta terça-feira (9/3).

Para conter o avanço da doença na capital federal, o governador Ibaneis Rocha (MDB) decretou toque de recolher das 22h às 5h. A medida entrou em vigor nessa segunda-feira (8/3). Antes disso, o emedebista já havia determinado lockdown e restringiu o funcionamento de atividades não essenciais.

Novas doses da vacina contra a covid-19 devem chegar ao DF na quinta-feira (11/3), o que permitirá ampliar a campanha de vacinação para idosos de 74 anos. Atualmente, o grupo a partir de 75 anos está sendo vacinado.

Fonte: https:https://www.correiobraziliense.com.br

Ibaneis decreta calamidade pública no DF sem data para acabar

ANA MARIA CAMPOS
O governador Ibaneis Rocha (MDB) decretou estado de calamidade pública no Distrito Federal enquanto durar a pandemia do novo coronavírus. A medida estava em vigor até junho de 2021, mas agora vale até o fim da crise sanitária.

No decreto, publicado na edição de hoje (09/03) do Diário Oficial do DF, Ibaneis justifica a decisão: “Necessidade premente de garantir o atendimento adequado e universal dos serviços de saúde à população do Distrito Federal infectada com o Novo Coronavírus (COVID-19), bem como o risco iminente de superlotação das UTIs e unidades hospitalares na fase aguda da pandemia”.

O Executivo fica desobrigado de cumprir metas da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), podendo orientar recursos e investimentos para o combate à pandemia, além de requisitar recursos federais, como o Fundo Nacional para Calamidades Públicas, Proteção e Defesa Civil.

Entre as medidas definidas nesta semana, estão o toque de recolher, entre 22h e 5h. Na semana passada, Ibaneis determinou o lockdown, com fechamento de lojas, bares e restaurantes.

Veja o decreto:

DECRETO Nº 41.882, DE 08 DE MARÇO DE 2021

Declara estado de calamidade pública, no âmbito da saúde pública do Distrito Federal, em decorrência da pandemia causada pelo Novo Coronavírus SARS-CoV-2 (Classificação e Codificação Brasileira de Desastres – COBRADE 1.5.1.1.0 – Doenças Infecciosas Virais).

O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso da atribuição que lhe confere o
art. 100, inciso XXV, da Lei Orgânica do Distrito Federal,

CONSIDERANDO a classificação pela Organização Mundial de Saúde, no dia 11 de março de 2020, como pandemia do Novo Coronavírus;

CONSIDERANDO que a situação demanda o emprego urgente de medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, a fim de evitar a disseminação da doença no Distrito Federal;

CONSIDERANDO que a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação, na forma do artigo 196 da Constituição da República;

CONSIDERANDO, ainda, a necessidade premente de garantir o atendimento adequado e universal dos serviços de saúde à população do Distrito Federal infectada com o Novo Coronavírus (COVID-19), bem como o risco iminente de superlotação das UTIs e unidades hospitalares na fase aguda da pandemia disciplinada pelo Decreto n.º 41.849, de 27 de fevereiro de 2021, DECRETA:

Art. 1º Fica declarado estado de calamidade pública, no âmbito da saúde pública do Distrito Federal, em decorrência da pandemia causada pelo novo coronavírus SARS-CoV2 (Classificação e Codificação Brasileira de Desastres – COBRADE 1.5.1.1.0 – Doenças Infecciosas Virais).

Art. 2º Este Decreto vigerá enquanto perdurar os efeitos da pandemia do novo coronavírus SARS-CoV-2 no Brasil.

Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 08 de março de 2021
132º da República e 61º de Brasília
IBANEIS ROCHA

Fontehttps://blogs.correiobraziliense.com.br/