Caso Suênia: professor de direito é condenado a 18 anos de reclusão

Inicialmente, ele deverá cumprir a pena em regime fechado. A defesa entrou com recurso e pediu redução da pena, alegando que o réu estava abalado emocionalmente na época

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Marcelo Ferreira/CB/D.A Press
A irmã de Suênia, Cilene Sousa Farias, 38 anos, foi uma das testemunhas ouvidas
O advogado e professor de direito Rendrik Vieira Rodrigues, 38 anos, julgado pelo assassinato de Suênia Sousa Farias, foi condenado pelo Tribunal do Júri de Brasília a 18 anos de prisão. Inicialmente, ele deverá cumprir a pena em regime fechado.

No julgamento, que teve início nesta quarta-feira (9/12), oito testemunhas foram ouvidas (quatro de defesa e quatro de acusação). Entre elas, a irmã da vítima, Cilene Sousa Farias, 38 anos. A sessão terminou na madrugada desta quinta-feira (10/12), por volta de 2h. A defesa entrou com recurso e pediu redução da pena, alegando que o réu estava abalado emocionalmente na época.

Em 30 de setembro de 2011, Rendrik matou Suênia após uma discussão. Os dois tiveram um relacionamento de alguns meses, mas a jovem decidiu acabar com o romance e reatar com o antigo namorado. Armado com uma pistola, Rendrik a esperou no estacionamento da faculdade onde ela estudava, na Asa Norte, por volta das 15h30.

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Arquivo pessoal O crime foi cometido em 30 de setembro de 2011

Após circular por vários pontos da cidade no carro dela, ele estacionou o veículo, pressionou-a a dizer que havia reatado com o ex-namorado e atirou quatro vezes. Depois de cometer o crime, o advogado ainda circulou durante algumas horas por Brasília com o corpo de Suênia no banco do passageiro, até parar na 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas), onde foi preso.

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